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Felipe Neto fala de John Textor, faz indagações ao Botafogo social e questiona se associativo tem ‘alternativa viável’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

John Textor, João Paulo Magalhães Lins, Carlos Augusto Montenegro e Durcesio Mello no Botafogo
Instagram/John Textor

Com um longo texto no X nesta segunda-feira (16/3), Felipe Neto se posicionou sobre a situação atual do Botafogo. Ele falou sobre John Textor, rebateu quem diz que ele é “porta-voz” do empresário norte-americano e deixou questionamentos ao clube social.

A principal dúvida do youtuber é se o associativo tem alguma “alternativa viável” para o clube e por que “assinou dívida com juros impagáveis, mas não aceita emissão de ações nos quais os juros seriam convertidos”.

Não é alarmismo, é realidade. Se o clube social não assinar, a situação se tornará caótica. Talvez o John tenha cartas na manga pra tentar salvar ainda assim, mas desconheço. Leia até o fim para ver que não falo de “caos” para pressionar pela assinatura, mas porque é a verdade. Quando eu digo que ou entra dinheiro novo e volta a “confiar” no Textor, ou o clube quebra, é porque essa é a percepção da realidade de qualquer um que analise a situação. Direitos de imagem já estão atrasados novamente; a dívida com o Atlanta está, de novo, a ser renegociada pelo John para impedir o transfer ban; outras cobranças virão.

Por quê? Porque não há dinheiro em caixa. Pq? Porque, pra entrar capital, precisa ser por emissão de novas ações, para ter novos sócios. O que impede isso? O associativo, há meses. Mas por quê? Por que será que o associativo se recusa a assinar? Qual o “lado deles” da história? Reparem, eles próprios se recusam a responder. Eu não estou dando opinião aqui; é um fato. Eles não respondem! – escreveu Felipe Neto.

O empresário rebate as hipóteses de o clube social não poder assinar supostamente por conta de arbitragem da FGV ou por supostamente estar impedido juridicamente.

Vocês lembram que já houve um primeiro aporte dos investidores, certo? Foi que tirou o transfer ban e salvou as contas. O dinheiro que entrou, entrou como dívida com juros altíssimos, diria que impagáveis. A ideia foi entrar como dívida; em seguida, o clube assinaria o documento para permitir emissão de novas ações, e aí a dívida seria convertida em ações para os investidores e os juros seriam liquidados. Só que o social não assinou e não quer assinar a emissão de novas cotas de ações. Então, o que vai acontecer se o John for removido do Botafogo de algum modo?

Spoiler: os investidores irão querer o dinheiro de volta em quantias que não são possíveis de pagar. E nenhum investidor do planeta vai assumir o clube para ter de pagar aquilo. Nenhum banco, nenhum fundo, nenhum nada, certamente ninguém do associativo. Por favor, entendam essa questão com a seriedade que ela exige: Se o John sair, a dívida que o associativo aceitou quebrará o clube. Se ele ficar e o associativo assinar o documento, a dívida é convertida em ações para os que investiram – prossegue Felipe Neto.

O botafoguense pede ao clube social a apresentação de um novo caminho viável.

Por favor, eu imploro: apresentem uma terceira opção e eu analisarei com todo o carinho do mundo. E, se eu entender que a saída do John é viável e melhor para o futuro do Botafogo, passarei a defendê-la. Até lá, repito as perguntas: presidente João Paulo, por que não assina a emissão de novas ações se você já assinou a dívida com juros impagáveis e esse dinheiro já entrou? Sendo que você sabia que os juros impagáveis seriam convertidos em ações com a assinatura desse documento. Pq aceitar a dívida e não aceitar a emissão de ações? Torcedores e social, qual é a alternativa viável que não quebraria o clube? – questionou.

Leia o texto completo abaixo:

Fonte: Redação FogãoNET e X do Felipe Neto

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