A forma de pagamento das luvas (prêmio pela assinatura do contrato) foi o que emperrou a negociação do Botafogo para renovar com Alexander Barboza e é o que também vem atrasando a conclusão da transferência para o Palmeiras. A informação é do jornalista Bernardo Gentile, no canal “Arena Alvinegra”.
A diretoria alvinegra já havia chegado aos valores salariais pedidos por Barboza e seu estafe, mas o empresário do zagueiro não concordou com a diluição das luvas ao longo do contrato e exigiu o pagamento à vista. Agora, ele pede o mesmo ao Palmeiras, que não topa fazer esse pagamento de uma só vez.
– O Botafogo quis renovar com ele, tinha o dinheiro, pagaria a luva dele toda parcelada ao longo do tempo, só que o empresário estava criando esse problema no sentido de querer a luva à vista. E aí o Palmeiras, que está oferecendo essa proposta, um salário legal, também está tendo esse problema com o empresário, porque não quer pagar essa luva à vista. O Palmeiras já falou para ele que não vai pagar essa luva à vista. Ou ele vai ter que pensar duas vezes no que ele quer, ou então pode até não acontecer o negócio – explicou Gentile.
O jornalista lembrou que o próprio Botafogo conseguiu dar um chapéu no Fortaleza em 2024 topando pagar à vista as luvas, quando o zagueiro ficaria sem contrato com o Libertad. E acredita que, agora, o Cruzeiro pode repetir essa estratégia para superar o Palmeiras.
– Quando envolve o empresário do Barboza, sempre acontece isso. Na época, estava acabando o contrato dele com o Libertad, estava fechado praticamente com o Fortaleza, que ia parcelar essas luvas e aí, de uma hora para outra, entra o Botafogo oferecendo as mesmas condições, só que pagando a luva à vista. E aí o Barboza fecha com o Botafogo e vive o que a gente viu aqui, uma linda história. Agora, quem pode entrar firme na parada é o Cruzeiro, porque o Cruzeiro também tem dinheiro. O Cruzeiro pode ser o Botafogo de 2024 – destacou Gentile.