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Franclim Carvalho detalha estilo: ‘Minha ideia de jogo casa perfeitamente com o Botafogo Way’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Franclim Carvalho detalha estilo: ‘Minha ideia de jogo casa perfeitamente com o Botafogo Way’
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo Way está de volta. Pelo menos, é o que planeja o novo técnico Franclim Carvalho. Na entrevista coletiva de apresentação no Estádio Nilton Santos na tarde desta quarta-feira (8/4), o português detalhou o estilo de jogo que pretende implantar no Glorioso.

Eu gosto de respeitar todas as pessoas que trabalham na indústria do futebol, porque são colegas de trabalho. Obviamente que para mim é difícil falar do que passou, porque não estava presente. Uma coisa é nós assistirmos a partida, outra coisa é estarmos no dia a dia. Eu vejo muito futebol, sou apaixonado por futebol, portanto vi muito jogo do Botafogo. A minha ideia de jogo casa perfeitamente com o que é o Botafogo Way. Muitos perguntam o que é o Botafogo Way. O Botafogo Way é um jogo de propósito, um jogo de assumir, um jogo de encarar de frente todas as partidas, todas as batalhas. É um jogo em que nós temos que trabalhar até o último minuto. Como nós dizemos em Portugal, temos que dar o pedal, temos que andar. Um jogo que tem sacrifício quando é preciso, nós em 24 tivemos alguns momentos desses. E um jogo que vai culminar com muitas alegrias, porque nós vamos fazer muitos gols. E os gols vão nos dar vitórias, e as vitórias sem dúvida nenhuma que nos vão dar títulos – destacou Franclim.

Eu disse na chegada que no domingo, que foi folga, mas no domingo começava uma nova vida, uma nova era. E essa é a mensagem que nós temos passado. Essa é a mensagem que os jogadores receberam. E abraçaram desde o primeiro minuto de treino que nós fizemos na segunda-feira. A equipe tem problemas, senão não há mudança técnica. Isto é, a dança das cadeiras é muito comum. Todas as equipes do mundo têm problemas. O elenco tem muita qualidade. Eu volto a referir-me a isto. Nós reconhecemos esta qualidade do elenco. Vamos potencializar o elenco, porque há muito potencial presente. E depois, no final, vamos fazer contas e ver qual foi a resposta de todos os jogadores. Tanto no processo defensivo, como no processo ofensivo. Como eu disse, o Botafogo Way é um jogo de propósito, de assumir. E é isso mesmo que nós vamos fazer. Se nós tivermos a bola, garantidamente, não vamos sofrer gol. Quando não temos bola, é que sofremos gol. Portanto, nós vamos apresentar esse tipo de jogo. Esse Botafogo aí está dentro de nós também, da comissão.

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Sentimento na volta ao Botafogo

– Obviamente que a motivação é enorme, é gigante. Nós temos tentado passar isso aos jogadores desde o primeiro minuto, porque defender este escudo que nós trazemos na camisa é uma responsabilidade muito grande, é uma satisfação enorme. E depois, quem passa por esta casa é impossível desligar, impossível. Eu passei em 24, mas acho que se passasse em 14 era igual, porque nós não conseguimos desconectar da ligação que se cria com as pessoas, que trabalham diariamente conosco e que os nossos torcedores criam todas as semanas, seja aqui no Nilton Santos, seja em qualquer estádio do Brasil, seja em qualquer estádio da América do Sul, os nossos torcedores estão sempre presentes. E eu acho que esta simbiose, esta ligação que existe no dia a dia entre nós e depois que tem reflexo no dia de jogo no gramado com os torcedores, é impossível de nós desconectarmos. Eu saí daqui, voltei agora, continuei a acompanhar o Botafogo obviamente, continuei a ter contato com pessoas do Botafogo, não só com atletas, e sabia que o dia ia voltar e que isto foi oportuno para mim. É uma gratidão enorme.

Saudade do Botafogo

– Muita saudade. Eu disse há pouco que eu mantive contato com muitas pessoas do Botafogo, e não só com o Textor, eu mantive contato com comissão técnica, com pessoas do Departamento Médico, com pessoas da Diretoria, porque efetivamente nós criámos relação. As pessoas aqui abraçam-nos. As pessoas aqui fazem-nos sentir que nós defendemos este escudo, e a este escudo acrescentamos. Eu visitei o Brasil há seis meses atrás, ou oito, em junho ou julho do ano passado, e falei com muitas pessoas do Botafogo, e houve muitas pessoas do Botafogo que fizeram questão de estar comigo pessoalmente, e eu fiz questão de estar com algumas. Portanto, eu acho que isto é o reflexo da minha sensação e da sensação das pessoas. Eu vou usar uma expressão que vocês usam muito, que é o puxa-saco. Não abraço o Brito, o Léo, ou o segurança Vinícius para puxar o saco. Eu abraço porque gosto deles, porque sei que eles gostam de mim, e porque efetivamente tinha muitas saudades deles. Eu estou muito feliz por estar aqui, mas eu sei que as pessoas estão muito felizes por eu estar aqui. E as pessoas todas do Lonier e as pessoas todas do Nilton Santos, e as pessoas todas do Botafogo. Portanto, essa saudade, que é uma palavra, uma expressão que nós usamos muito em Portugal, estava presente. Ainda não deu para matar a saudade toda, tem sido tudo muito à pressa, mas essa saudade vai se combatendo agora nestes dias, e vai ter depois reflexo com a felicidade final.

Saída da comissão técnica de Artur Jorge

– Este processo eu vou ser muito direto convosco, como espero ser sempre e como vou ser sempre, que é assim que eu sou na vida. Este processo, eu já estava em Portugal, já tinha decidido, como disse o Brito, não acompanhar os meus antigos colegas, notadamente o Artur. Tivemos uma caminhada de muito sucesso, temos uma relação pessoal muito estreita, foram muitos anos juntos com o Artur, com o João Cardoso, com o André Cunha e com o Tiago. Custou-me muito tomar a decisão de não acompanhar a anterior comissão, custou-me muito, porque eu sou uma pessoa de relações e a nossa relação era muito próxima. E a partir daí o meu caminho estava traçado, eu tinha decidido, obviamente, que queria seguir a cadeira de técnico principal. Quando se dá aquela situação da anterior comissão sair do Catar, eu resolvo regressar a Portugal. Graças a Deus tive muito convite enquanto acompanhava a anterior comissão. Declinei sempre porque eu gosto de ser leal às pessoas que são leais comigo e que estou grato para toda a vida, dei a minha colaboração, mas estou grato para toda a vida ao Artur. E depois estava em Portugal e falei com estes dois senhores e a partir daí fomos estreitando conversas, estreitando relações, chegando a entendimento, desenvolvendo os temas. Depois falei com o John sim algumas vezes, mas eu acho que o mais importante não é falar com o John, com o Léo ou com o Brito. Eu acho que o Botafogo tem as ideias muito claras, tem a sua estrutura muito bem definida, tem uma linha de pensamento, uma linha orientadora. Nós sabemos onde queremos chegar, nós sabemos o caminho para chegar lá e sem dúvida nenhuma que nós vamos chegar. Com a estreita colaboração do John, com a estreita colaboração do Léo, do Brito e de todo o staff que nos rodeia, nós sabemos onde vamos chegar.

Artur Jorge

– Eu ainda não tive a oportunidade de falar com o Artur. O Artur desde que eu cheguei aqui já fez duas partidas, eu desde que cheguei aqui fiz duas sessões de treino e tive, vai, cinquenta reuniões, não sei. Portanto, é normal que nós não tenhamos tempo, deixei mensagem, ainda não falamos ao telefone, iremos falar certamente, mas acredito que o Artur esteja feliz como meus ex-colegas, porque eles chegaram à minha atenção e são meus amigos, para além de ex-colegas, são meus amigos e obviamente que nós partilhamos a felicidade dos nossos amigos.

Momento do clube

– Eu tenho falado muito em felicidade porque eu acho que nós falamos em tempos difíceis do Botafogo, os tempos são difíceis para o Botafogo porque o Botafogo é um clube vencedor, o Botafogo em 24 ganhou dois títulos, por dois títulos mais importantes do Brasil, só falhou a Copa. É normal que depois de tanto sucesso, o que vem a seguir, se não for igual, vai ser tempo conturbado. A felicidade que eu tenho, que o Júnior (Santos) tem e que todos os atletas desde o primeiro minuto de treino apresentaram conosco, é a felicidade que nós queremos apresentar em campo, porque aqui há coisas, há pontos que nós nos dedicamos. O Botafogo internamente tem sete parâmetros que nos guiam, a todas as pessoas que trabalham para o Botafogo, e entre eles está a coragem, nós temos de ter muita coragem, nós temos de ser muito corajosos, todos os dias, não é só em jogo, todos os dias. Está o trabalho em equipe, nós temos de fazer muito trabalho em equipe, desde o torcedor a partir de amanhã, que eu conto com eles a partir do primeiro minuto para o Caracas sentir o que havia de jogar o Nilton Santos, desde a diretoria que tem estado sempre próximo de nós e que vai estar daqui até o final, desde a Mayara (Bordin, liaisoo officer) ou desde o Adriano (Colares, supervisor) que são pessoas, o Adriano tem 30 anos de Botafogo e tem uma felicidade enorme de se apresentar todos os dias. Eu acho que são estes exemplos que nós temos de pegar no trabalho em equipa. Depois os jogadores, são os que apresentam o trabalho lá dentro, é o que é mais visível, nós temos de criar todas as condições para o elenco, este elenco tem muita qualidade, é muito invejado. Eu sei que há muito jogador que é muito cobiçado, eu sei que há muito jogador que cá está a vestir esta camisa e a nossa felicidade é mesmo essa, é ter este elenco de qualidade, é ter este ambiente internamente e é ter atletas que são desejados e que obviamente todos queremos ficar em contato com eles, porque eles fazem a diferença lá dentro.

Comissão técnica

– A minha visão é sempre uma visão mais coletiva. Obviamente que a decisão final é sempre do treinador, mas eu trouxe quatro pessoas para trabalhar diretamente comigo, para que eu confie plenamente nelas. Tem pessoas da estrutura do clube que eu já conhecia que quis que integrassem a comissão técnica. Obviamente que a decisão final é sempre a minha. Cada cabeça a sua sentença, como nós falamos. Nós tínhamos uma relação muito estreita anteriormente. A relação que eu crio com as minhas pessoas e com as que trabalham comigo e estão comigo. É a relação que nós temos. Dois deles são meus amigos pessoais há muitos anos. Pessoas que eu reconheço competência. Não vieram pela amizade, vieram pela competência. Dois deles não são meus amigos há muitos anos, mas são meus amigos há alguns anos e a quem eu reconheço muita competência. Portanto, o que nos vai destacar, não é só do trabalho anterior, é o espectro toda a gente. É este ambiente de colaboração. Este ambiente de cooperação que nós temos que ter. Obviamente que a decisão final será minha, que a responsabilidade será minha. Obviamente que eu sei que o rosto passo a ser eu. Mas eu não tenho problema nenhum com isso, porque eu gosto de responsabilidade, sempre gostei. Gosto de assumir responsabilidade. Gosto de defender os meus, de proteger os meus. Se nós tivermos que dar proteção aos jogadores e vamos ter que dar, vamos dar. Se nós tivermos que dar proteção à diretoria e vamos ter que dar, vamos dar. Portanto, nós gostamos dessa responsabilidade. Eu gosto dessa responsabilidade. Eu gosto pouco de falar do eu. Gosto mais de falar no nós. Quando as coisas correrem menos bem, porque nós vamos ter movimentos controlados e não vamos ganhar sempre. Eu prefiro falar no eu. Quando nós ganhamos, eu prefiro que as outras pessoas ganhem. Porque a minha felicidade está na alegria destas pessoas e a vitória traz-nos isso. Depois, o que nós podemos aqui encontrar que vai colidir ou não, para coincidir com o que era apresentado onde eu estava anteriormente integrado, obviamente que há muita coisa que nós trazemos que era apresentada. Porque quando as pessoas trabalham em equipa, há sempre algumas ideias que nós pegamos. Depois, queremos meter o nosso cunho pessoal. E assim será, e a partir da manhã nem vai ser difícil ver muita coisa, mas a partir da manhã já se vai ver algumas coisas diferentes.

Botafogo de 2026

– Sinceramente, as diferenças que eu encontrei em 2024 para 2026, não são nenhuma. Ou a diferença que eu encontrei é que eu já conheço os cantos da casa, conheço todo mundo. Isto é um fator diferenciador e facilitador. Neste caso, eu conhecer a casa, conhecer as pessoas. Conhecer 11 atletas e 11 pessoas. Porque os atletas são pessoas e é importante nós conhecermos a personalidade e o perfil de cada um. Isso é uma vantagem gigantesca, é muito grande. E isso pesou também na decisão, na nossa decisão. Portanto, a diferença que eu encontro em 2024 para 2026 é essa mesmo. E depois, nós em 2024 tivemos duas conquistas muito grandes. Quando nós sentimos o sabor de um doce, isto é como as crianças, queremos repetir. Nós, se não dermos um doce à criança, ela vai querer sempre o que experimentou. Que é a água. Se dermos Coca-Cola, vai começar a pedir Coca-Cola. Quando nós experimentamos dois títulos de Brasileiro e de Libertadores, nós vamos querer repetir. Isto passa por toda a gente. Isto corre no sangue. Ao Brito, ao Leo, a mim. Isto corre no sangue de todo o mundo de quando foi que eu vivenciou isso. Claro que a exigência, se já era em 2024, agora ainda é maior.

Responsabilidade

– Eu, como disse há pouco, a questão da responsabilidade, eu sempre gostei de assumir desde cedo. Fui criado assim. E gosto de ter essa responsabilidade. Eu, quando era auxiliar, gostava de ter muita preponderância e muita responsabilidade. Gostava de assumir essa responsabilidade. Eu não me escondo. Quando as coisas correm menos bem ou correm mal. Às vezes correm mal. E também não gosto muito de estar na linha da frente quando as coisas correm bem. Prefiro estar quando correm menos bem. Essa responsabilidade sempre esteve intrínseca. Eu sempre gostei de assumir. Claro que nós, como eu disse há pouco, cada cabeça a sua sentença. É diferente eu estar a comunicar convosco. É diferente eu querer passar uma mensagem e ter esta possibilidade e esta liberdade. O técnico é o funcionário de todos os clubes do mundo que mais fala para fora, para outra pessoa, para a comunicação. Não é o presidente, não é a diretoria, não é o diretor desportivo, não é o chief scout, não é o médico, é o técnico. Fala todos os jogos duas ou três vezes. Tem pré-jogo, tem pós-jogo, tem tudo. Portanto, o técnico é o mensageiro do processo todo. E eu gosto dessa responsabilidade e quero ter essa responsabilidade. E nós entendemos que eu estou preparado para ela e eu sempre estou preparado para ela.

2024 ficou para trás

– Nós vamos ter que fazer aqui um acordo entre nós, que é deixar de falar em 24 e falar em 26. Mas eu vou responder a tudo. Vocês vão chegar a esse momento. Nós temos que ganhar para vocês começarem a falar de 26. De 24, eu quero resgatar exatamente o que eu tenho frisado desde o início. Que é este ambiente que nós temos em todo mundo. É o que eu quero resgatar de 24 e quero aqui presente todos os dias. Foi o que eu disse ao Brito, ao Leo e ao John desde o primeiro momento. Foi o que eu disse aos atletas desde o primeiro momento, o que eu disse a todo o staff quando fizemos uma reunião no CT desde o primeiro momento. Este sentimento de partilha, de pertença e de família tem que estar presente todos os dias. E em 24 eu posso assumir que estava presente. Certamente. E acredito que isso se assumiu em 25, 23 e 22. Acredito eu. Não estava presente. Eu falo de 24. É isso que eu quero presente todos os dias, no Botafogo de 26 e 27.

Estrela que brilha

– Eu acho que a responsabilidade do treinador será sempre total, seja na vitória ou na derrota. Como eu disse, eu gosto de ter essa responsabilidade, não gosto de aparecer na frente quando nós ganhamos. Gosto de assumir a responsabilidade quando isso corre menos bem ou quando nós perdemos. Eu acho que aí é preciso assumir a responsabilidade e essa responsabilidade será minha. Quanto à primeira questão, eu não vou dizer que tenho um sonho disto ou daquilo. O meu objetivo principal é vencer com a camisa do Botafogo. Nós não podemos estar aqui a pensar onde é que vamos estar daqui a um mês, onde é que vamos estar daqui a dez épocas, dez temporadas, como vocês falam. Não. Nós temos que pensar em vencer no Botafogo. É para isso que nós viemos, é para isso que nós deixamos a família em Portugal, é para isso que alguns deles se vincularam dos pontos onde estavam. Nós viemos para vencer. Eu quero ser reconhecido como treinador, como fui até aqui, de manter estas relações pessoais com todas as pessoas, não é só com os atletas. Eu gosto muito de relação de proximidade. Quando nós somos sinceros e vemos estas fotos bonitas, é o legado que qualquer profissional de futebol quer deixar, que é o título conquistado. O Brito falou que eu falei ontem, que 24 foi marcante, mas nós não podemos resumir isto há duas ou três semanas. Foi marcante o processo todo. Só que se não tivéssemos aquelas conquistas, ia haver aqui uma mancha. Nós não queremos manchas. Queremos a estrela solitária a brilhar. E a estrela para brilhar, temos que ter título. E é isso que nós queremos.

Primeiro trabalho como técnico

– Toda a gente que está envolvida no processo sabe que, e vocês enquanto jornalistas que trabalham no meio, também sabem, que nós precisamos de tempo e que não o temos. Mas eu acredito que sim. Aqui sim podemos dizer que vai ser o meu primeiro trabalho enquanto técnico principal. Ou seja, se não perceberam, vão perceber que eu estou preparadíssimo e motivado para tal. Eu conto com o apoio destas pessoas que estão aqui. Eu conto com o apoio dos torcedores. Não só amanhã, mas sempre. Conto com a dedicação do elenco que tem a mostrar nestes dias e ser traçado. Quem dirige, em concordância comigo. Estamos todos de acordo. Nós sabemos onde estamos. Sabemos para onde queremos ir. E eu, enquanto técnico principal, sinto-me lisonjeado de me estrear pelo Botafogo, que é um lugar invejado. O Botafogo é uma cadeira muito pesada. Eu sei que há muitos técnicos no mundo que gostariam de estar aqui sentados num lugar. Portanto, agora é a minha vez de mostrar trabalho, trabalhar e apresentar resultados.

Fonte: Redação FogãoNET

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