Volante campeão brasileiro e da Libertadores em 2024, Gregore explicou pela primeira vez o que fez deixar o Botafogo e se transferir para o Al-Rayyan, time de Artur Jorge, no meio de 2025. O jogador concedeu entrevista ao “GE” que foi ao ar nesta quinta-feira (21/8).
– Acho que ficamos negociando durante quatro meses até abrir a janela. Nesse tempo eu vinha perguntando até aos meus companheiros de equipe que aqui estão, o Róger Guedes, o Gabriel Pereira, à comissão que trabalhei no Botafogo e está aqui. O atrativo foi que aqui a gente acaba não viajando muito. O calendário é um pouco menor. Então, você acaba podendo ficar mais tempo com a família – justificou, falando sobre Artur Jorge na sequência:
– Ele pôde conhecer o meu trabalho e eu o dele no Botafogo. Ele pediu a minha contratação aqui, o clube chegou a um acordo e a contratação foi feita. Então, espero que a gente possa viver coisas boas aqui no Al-Rayyan também. Expectativa é de ganhar títulos. As pessoas que trabalham aqui dá para ver que trabalham para alcançar coisas grandes.
Gregore disse que espera ouvir os latidos da torcida do Al-Rayyan, como acontecia nos jogos do Botafogo, e ainda sonha com a Seleção Brasileira.
– Cada bola que eu recuperava a torcida vinha abaixo imitando um “pitbull“. Espero trazer isso para cá também, espero conquistar o carinho dos torcedores do Al-Rayyan e acho que essa forma de carinho e de respeito vai ser trabalhando como eu sempre fiz. Vai ser muito bom e gratificante também se eles trouxerem isso do Brasil e imitarem o pitbull aqui também.
– Desde que eu comecei a jogar profissionalmente, a Seleção sempre foi meu sonho como atleta. Eu falei isso já no Botafogo e vou repetir aqui. Vou continuar fazendo o meu trabalho, vou continuar dando o meu melhor nos treinamentos, nos jogos – finalizou.