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Imprensa internacional repercute vitória de John Textor nos tribunais ao derrubar liminar de Rafael Traci, que tentava censurá-lo

Por: FogãoNET

John Textor, do Botafogo, na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas
Reprodução/TV Senado

Chegou ao Reino Unido a vitória de John Textor, acionista da SAF do Botafogo, na justiça sobre Rafael Traci, VAR que tentou impedir de ser mencionado e exclusão de postagens do empresário americano. O site “Sport Witness” repercutiu o caso.

Rafael Traci entrou na Justiça por danos morais após ser criticado duramente por John Textor por, como VAR de Botafogo 3 x 4 Palmeiras no Campeonato Brasileiro 2023, ter omitido imagens relevantes ao árbitro de campo na expulsão de Adryelson. Ele queria que o empresário americano fosse impedido de citá-lo, o que não foi aceito pela Justiça.

O site “Sport Witness” destacou a vitória de Textor nesta etapa do processo.

– O potencial proprietário do Everton e atual acionista do Crystal Palace, John Textor, venceu uma batalha legal no Brasil por suas alegações sobre suposta corrupção no futebol brasileiro. Textor está atualmente envolvido em uma batalha legal no Brasil, onde sua empresa é dona do Botafogo, depois de ter feito acusações de corrupção no ano passado – iniciou a reportagem.

– Vários processos judiciais foram instaurados em decorrência de suas alegações, incluindo um apresentado pelo árbitro Rafael Traci, que tentou censurar o empresário americano de falar sobre o caso e suas alegações. Porém, o caso foi hoje rejeitado pela juíza Bruna Richa Cavalcanti de Albuquerque, da 4ª Vara Cível de Curitiba – prosseguiu.

– Ela rejeitou a ação do árbitro, que havia solicitado que Textor excluísse postagens de suas redes sociais que reclamavam de manipulação de partida. Ele também queria que Textor fosse impedido de mencionar o nome de Traci em declarações futuras. Em vez disso, a juíza aceitou o argumento do acionista do Crystal Palace e potencial proprietário do Everton, de que a liberdade de expressão deve prevalecer. Os advogados do americano argumentaram que impedi-lo de falar levaria à censura e a juíza concordou – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e Sport Witness

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