Jorge Braga celebra sucesso do ‘Camisa 7’ e crescimento da torcida do Botafogo: ‘Já somos de longe a 3ª maior do Rio e mais da metade da 2ª’

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Por FogãoNET

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Jorge Braga, CEO do Botafogo, em 2021
Vítor Silva/Botafogo

CEO do Botafogo, Jorge Braga publicou artigo na última segunda-feira no jornal “O Globo” em que celebra a marca de 40 mil sócios-torcedores alcançada na semana passada. No texto, o dirigente aborda alguns pontos que ele acredita terem sido fundamentais para a retomada do “Camisa 7” e destaca que o número expressivo retrata também o crescimento da torcida alvinegra, como apontado recentemente numa pesquisa.

Esse belo resultado, desta vez batendo mais uma meta histórica com mais de 40 mil sócios e também de receita, materializa o que já vínhamos monitorando: o crescimento da torcida do Botafogo. Nós já somos de longe a terceira maior torcida carioca e mais da metade da segunda, de acordo com uma pesquisa de mapeamento feita pela XP. Não é a maior ainda, mas é diferente! Ninguém ama como a torcida botafoguense” escreveu Braga.

O CEO alvinegro lembrou a pesquisa feita com os torcedores para avaliação do programa de sócios, feita no ano passado, antes do “Camisa 7” ser remodelado.

“O que um consumidor pensa num dia, duas semanas depois, pode não ser a mesma coisa. O Camisa 7 já nasceu “escolhido”, nesse sentido de ser alinhado com dores e esperanças da torcida alvinegra. Naquela época algumas coisas ficaram muito claras: a necessidade de criar benefícios para os torcedores que não iam ao estádio (fora da cidade) e de rejuvenescer a base para atrair, trazer e engajar a nova geração“, relatou Braga, acrescentando sobre os valores:

Tem a questão da contribuição do valor do ticket médio, que hoje gira em torno, ligeiramente, abaixo dos R$ 40. Tem programas de sócio-torcedor no Brasil que cobram um dígito de mensalidade. O nosso ticket médio é de quase R$ 40. Ele realmente é um programa de muito valor, e mostra que o importante não é o preço, mas sim a percepção do valor da entrega, e esse foi outro paradigma que criamos com o reposicionamento do produto.

O programa é realmente para quem participa, se relaciona, se manifesta e tem reciprocidade ao suportar o futebol por meio dele. Ele é feito de experiência e relacionamento muito diferente de desconto em compra de cerveja ou ingresso, como acontece em boa parte dos programas do Brasil“, diz o CEO.

Fonte: Redação FogãoNET e O Globo

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