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Luís Castro fica triste por Botafogo não ter sido campeão e diz: ‘Um dia talvez volte ao Brasil’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Luís Castro, ex-Botafogo, técnico do Al-Nassr
Divulgação/Al-Nassr

Técnico do Botafogo no início do Campeonato Brasileiro-2023, Luís Castro saiu de forma conturbada para o Al-Nassr (SAU), deixando o time alvinegro na liderança. Ele admitiu surpresa e tristeza pelo título não ter vindo.

Estava convicto de que o Botafogo ia ser campeão, pela qualidade dos jogadores e pela sua dimensão humana. Eram fantásticos, mas como em tudo na vida é necessário contexto para a qualidade de manifestar. Em determinado momento esse contexto não existiu e aconteceu o que toda a gente sabe. É uma equipe que jamais esquecerei, fundamentalmente pela forma unida como esteve nos momentos maus, em que nos fechámos muito e evitámos que nos tocassem – disse Luís Castro, a “O Jogo”.

Sei pouco do que se passou a seguir à minha saída. Não tenho o atrevimento de tentar falar de coisas que desconheço, uma arte que muitos têm mas eu não tenho. Há uma arte comum de tentar adivinhar o que se passa nas outras casas, no caso do futebol o que se passa nos treinos e no balneários, mas eu não não consigo falar sobre o que não sei. Foi com tristeza que não vi o Botafogo campeão. Depois de ver a equipe com 13 pontos de avanço jamais pensei que iria claudicar. Mas não é o fim do mundo, porque o Botafogo é um clube de grande prestígio, com uma história maravilhosa e ídolos que são referências do futebol mundial. A massa adepta é muito emocional e adora o clube. A emoção e a forma como se expressa no estádio é muito natural. Esse comportamento nunca magoa. O que magoa é a premeditação de alguém ir a um estádio para ofender outra pessoa. Ter as bancadas cheias de gente que dirige palavras menos próprias ao treinador não ofende, mas a premeditação ofende e é imperdoável – acrescentou.

O treinador português não descarta um retorno ao futebol brasileiro no futuro.

Gostei muito e um dia talvez volte. Aliás, posso afirmar que gostava de voltar ao Brasil. Tenho muito boas recordações de tudo. É um campeonato com uma competitividade enorme, há equipas campeãs que descem de divisão. Nada pode ser dado como adquirido, pois a luta é até ao fim – explicou.

Fonte: Redação FogãoNET e O Jogo

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