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Luís Castro reflete sobre vaias e diz não ter méritos em títulos do Botafogo: ‘Nada. Tem muito do Artur Jorge, do John Textor, da torcida, dos jogadores, de toda gente que trabalhou’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Luís Castro, ex-Botafogo
YouTube/O Globo

Luís Castro foi o técnico escolhido por John Textor no início do projeto da SAF do Botafogo, em 2022. Com o treinador, o clube começou a se estruturar e a formar elenco mais forte, tendo liderado o Campeonato Brasileiro de 2023, antes da ida do treinador para o Al-Nassr. Em 2024, o Glorioso se sagrou campeão da Libertadores e do Brasileirão.

Em entrevista ao podcastToca e Passa“, do jornal “O Globo”, Luís Castro negou ter méritos ou ter algo dele nas conquistas.

Não, não tem. Não tem nada de Luís. Tem muito, muito, muito de Artur Jorge. Muitíssimo. Tem muito de John Textor, da administração. Tem muito da torcida que foi incansável no apoio. Tem muito dos jogadores. Tem muita de toda essa gente que trabalhou nessa época para o Botafogo ser, atingir aquilo que atingiu. Tem muito daquilo que era o plano de John Textor. Ao terceiro ou quarto ano, conseguir lutar pelo título e pela Libertadores. Portanto, isso foi cumprido por ele. Tem muito deles. Tem muito dos grandes profissionais que o Botafogo teve na época passada. De mim não tem nada – afirmou Luís Castro.

O treinador ainda foi perguntado sobre as vaias e protestos que recebeu da torcida em estádios durante sua passagem e deixou claro que os episódios foram superados.

Eu respeito muito o coração do estádio. O coração do estádio é a torcida. Não há problema nenhum, nenhum, nenhum, com aquilo que é o coração do estádio, a manifestação da emoção e do sentimento do estádio. O estádio não está a gostar, manifesta que não está a gostar. Isso é uma coisa. Outra coisa é depois, cá fora, a agressão verbal ou agressão física. Isso é outra coisa. No estádio, eu respeito muito o estádio. Eu adoro futebol, amo futebol. Uma coisa é ficar surpreendido por não estar habituado. Mas isso, rapidamente, fazer uma reflexão e percebemos, através da nossa reflexão, não, não, isto afinal tem razão de ser. Isto, ok, é aceitável. E para mim, é aceitável. Não tem problema nenhum – explicou.

Isso é o coração do estádio. As pessoas não gostam, manifestam-se que não gostam. Agora, não tem que haver a ofensa depois cá fora, a ofensa verbal ou a ofensa física. Não, foi lá dentro do estádio. É de uma forma genuína. É assim. No dia que isso acabar, acabou o futebol. Talvez no Brasil, ou na Inglaterra, ou nos países de maior emoção. No dia que acabar isso, não existe mais futebol. Eu não estou a dizer, não estou a incentivar a vaia. Não é isso que estou a dizer. Ok, é melhor eu, enquanto treinador, prefiro o aplauso do que a vaia. Mas estou preparado para suportar quando ela vem, de forma espontânea. Falhamos um jogo que estávamos a ganhar e depois permitimos a virada, o que é que a torcida no estádio vai fazer? Vai aplaudir? Ah, muito bem. Não, vai manifestar-se. Está triste. Está desgostosa conosco. Manifesta-se desgosto. Porque quem gosta do aplauso tem que saber aceitar a vaia. Portanto, totalmente resolvido. Foi uma questão de eu refletir. E depois a reflexão feita, nós não podemos deixar que as coisas passem ao nosso lado de forma despercebida ou não querer olhar. Temos que olhar de frente. Olhamos de frente para tudo. Olhamos de frente para a vaia, refletimos sobre a vaia e refletimos porque é que ela existe. Existe porque o coração do estádio sente. E é a torcida – completou.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte: Redação FogãoNET e podcast Toca e Passa (O Globo)

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