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Mazzuco, do Botafogo, confirma proposta de renovação ‘diferente do trivial’ e pede que evitem vilanizar Matheus Nascimento: ‘É bom menino demais’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Mazzuco, do Botafogo, confirma proposta de renovação ‘diferente do trivial’ e pede que evitem vilanizar Matheus Nascimento: ‘É bom menino demais’
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo fez uma proposta de renovação para Matheus Nascimento, que tem contrato até o meio de 2023, com termos diferentes dos habituais. A ideia do clube, liderada por John Textor, é que o centroavante de 18 anos tenha uma boa valorização salarial e empréstimos curtos a clubes europeus da rede global do empresário americano.

Diretor de futebol do Botafogo, André Mazzuco explicou a questão e pediu que não vilanizem o jogador.

Vai na tônica de ser um pouco diferente. Não é um projeto que vamos mostrar aqui, é deixar claro o que o Botafogo quer. Hoje temos uma grande oportunidade de ter uma plataforma multiclubes, ter Lyon, Crystal Palace, Molenbeek. Essa plataforma, quanto mais o tempo passar, vai ser mais sólida para nós. Não significa que vamos vender um jogador para ser o Crystal Palace, mas podemos usar essa plataforma para melhorar jogadores, criar programas, momentos importantes. No escopo do Matheus, sim, foi oferecido um projeto bem legal, diferente. Matheus é bom menino demais, não quero que criem que não quer renovar. Faz parte do show. Foi algo feito pessoalmente por John (Textor), Dougie (Freedman, do Palace), por mim e por Luís Castro. Não só pelo Matheus Nascimento, queremos ser diferentes do trivial – afirmou Mazzuco, que visa um trabalho de melhoria interna.

É como o Marçal, que estava na Premier League. Aumenta nossa responsabilidade pelo voto de confiança. O Botafogo não mudou muito porque tem muito a ser mudado. Queremos que vocês cheguem a uma sala de imprensa top, o clube tem que ser uma Disneylândia, o cara se sentir feliz, olhar o Botafogo em todos os lugares. Essa mesa não pode ter madeira quebrada. São coisas pequenas, mas que para o dia a dia o cara se sente em casa. Isso vai fazer diferença. Dentro de campo, beleza, vamos discutir vitória ou derrota, jogar bem ou mal, tudo que fazemos é para jogar. Queremos fazer o entorno melhor, bacana, que as pessoas se sintam melhor. Vamos ouvir porrada, fora todo mundo, mas uma hora vai acontecer. Todo mundo aqui é profissional do futebol, sabe como é, esperamos ter tempo para fazer essas coisas acontecerem. Não quero parecer discurso superotimista depois da eliminação, mas temos mais da metade do campeonato pela frente, é um propósito que estamos seguindo firme e tenho certeza que vai dar certo – aposta.

Por fim, o dirigente falou sobre lesões e busca por peças de reposição.

Departamento médico não tem nada a ver em tirar ou lesionar jogador. É um conceito errado que departamento médico arrebenta, na verdade ele recupera os jogadores. É multifatorial, tem responsabilidade grande de recuperação. Estamos tendo sequência de infelicidades. Quando falamos de lesão, algumas controlamos, outras temos risco e outras não. Traumas não temos controle. É muito aleatório. Tivemos muitas lesões traumáticas, como o exemplo do Kayque. O Patrick nunca tinha problema de risco dentro dos marcadores… Faz parte. Estamos em número elevado, levamos azar de perder jogadores por mais tempo. Tem muito jogador que se lesiona e vocês nem sabem, porque passam rápido. Tivemos azar em situações como Sauer e Victor Sá que levaram mais tempo. Nunca temos um número fixo (de reforços), algumas coisas podem acontecer. Estamos tentando fechar algumas bem encaminhadas e, abrindo outras necessidades, podemos trazer alguém. Quanto antes, melhor para o treinador. Você preparar um elenco com competição em andamento não é tão fácil, mais fácil quando termina a temporada, passa a régua, põe no quadradinho, quais vão ficar, quais vão sair, começa melhor – ponderou.

Fonte: Redação FogãoNET e SporTV

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