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Monólogo do Fluminense mostra disparidade sobre Botafogo; apatia alvinegra causa estranhamento

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Por FogãoNET

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Marco Antônio - Fluminense x Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Poucas vezes um Clássico Vovô retratou tão bem o momento das equipes. Enquanto o Fluminense acelera a preparação para a Libertadores, o Botafogo junta os cacos após a queda na Copa do Brasil. Por isso a vitória tricolor por 1 a 0 ontem não é surpreendente, era o esperado de quem foi ao Maracanã como favorito. Mas causa estranhamento a apatia alvinegra, que parece sem um norte a seguir neste péssimo início de temporada.

Até mesmo a tabela do Campeonato Carioca mostra essa disparidade. O resultado classificou matematicamente o Fluminense às semifinais e, ao mesmo tempo, eliminou o Botafogo antecipadamente. Sem Copa do Brasil e Estadual, resta apenas a Série B no 2021 do alvinegro. Já o tricolor enfrenta o River Plate, na próxima quinta-feira.

A proximidade da estreia na Libertadores ditou alguns dos rumos do clássico. O Fluminense usou a partida para fazer experiências e transformou o jogo em um monólogo. Ao optar por uma escalação com três volantes — muito por projetar o forte meio-campo do River Plate —, Roger Machado anulou boa parte das jogadas ofensivas do Botafogo. Bem posicionados, Wellington, Yago Felipe e Martinelli cumpriram o seu papel e dominaram o setor.

Chamusca ainda tentou mudar as formações de todos os jeitos: Ricardinho foi para a ponta, Matheus Nascimento chegou a atuar mais recuado, Ronald virou referência… mas o alvinegro não conseguiu ser efetivo. Além de bolas paradas e cruzamentos, poucos assustou o goleiro Marcos Felipe, que fez a sua única defesa aos 47 minutos do segundo tempo. Muito pouco.

O problema é que o ataque do Fluminense demorou a engrenar. Enquanto Nenê atuou aberto, pouco ajudou. Quem roubou a cena novamente foi Kayky, que participou dos dois lances mais polêmicos do clássico: ao sofrer pênalti não marcado após ser derrubado por Gilvan e ao cabecear a bola no braço de Paulo Victor. Na falta de criatividade do setor, seus dribles e velocidade foram decisivos.

O placar foi aberto com Nino, no início da segunda etapa, em boa cobrança de falta de Nenê, o que serviu para o Fluminense reafirmar seu domínio na partida. Neste momento, o camisa 77 já havia subido de produção ao ser centralizado.

— Jogada que a gente treina muito. Tem a qualidade do Nenê e nosso posicionamento na área. Sabemos que jogos assim se decidem nos detalhes — disse Nino.

O ritmo caiu quando as substituições começaram. Cazares e Samuel Xavier fizeram estreias, Hudson foi chamado e o Botafogo até tentou pressionar, mas faltou qualidade. A vitória do Fluminense foi merecida.

— Fico feliz de poder estrear com vitória. São mais três pontos importantes para a nossa classificação. Queremos fazer uma boa estreia na Libertadores — declarou Samuel Xavier.

Fonte: O Globo Online

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