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Montenegro recorda título de 1995 no Botafogo e enaltece transformação com John Textor: ‘Ele foi um achado’

Por: FogãoNET

Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do Botafogo
Reprodução/Cheguei Podcast

Presidente do Botafogo no título brasileiro de 1995, Carlos Augusto Montenegro recordou como foi a conquista, em entrevista ao “Dia”. O clube superou diversas dificuldades para se sagrar campeão à época.

– (O maior deSAFio foi) Ganhar o título sem dinheiro. Nós fomos campeões com cinco meses de salário atrasado. O salário esteve atrasado o tempo todo. Foi na conversa, na motivação, na promessa de que todo o dinheiro que pintasse eu dividiria entre o elenco. Naquela época não tinha uma cota de televisão, por exemplo. Não tinha divisão de dinheiro como teve depois. Então foi complicado. O desafio foi enorme. Trazendo um técnico de Portugal (Paulo Autuori), brasileiro, mas que trabalhava em Portugal… Ninguém acreditava – relembrou Montenegro, que citou jogos marcantes da campanha.

– Foi o jogo contra o Flamengo em Fortaleza, com toda certeza. O Botafogo deu uma aula de futebol, venceu por 3 a 1, estádio completamente lotado. Começou com o Flamengo com mais torcida e terminou com todo mundo aplaudindo o time de pé. Também teve um jogo no Maracanã que demos de 5 a 0 no Atlético-MG, sempre o Atlético, né? (Risos). Nesse, no final, eu levei 80 torcedores para dentro do vestiário pois me pediram para conhecer. Uma loucura – acrescentou.

Em 2024, o Botafogo está a um empate, neste domingo, contra o São Paulo, no Estádio Nilton Santos, de ser novamente campeão brasileiro. Montenegro exaltou a transformação que John Textor promoveu no clube com a SAF.

– O John Textor foi um achado. Acho que nem ele imaginava isso, entrou pensando mais no negócio e não sabia que ia se apaixonar pelo Botafogo, pela torcida. Ele conseguiu o maior feito, que foi aumentar muito forte a receita e já pagou mais da metade da dívida. Segurou despesas, investiu forte, contratou bons jogadores… O Botafogo, comigo mesmo, estava na UTI. Sobrevive, morre, e você dando soro, antibiótico, colocando respirador para sobreviver. Eu ficava de mãos dadas torcendo para, um dia, ele virar profissional – contou Montenegro.

Fonte: Redação FogãoNET e

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