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‘Necessidade de resultados com elenco em montagem é um risco’, alerta blog sobre Chamusca no Botafogo

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Marcelo Chamusca em Botafogo x Madureira | Campeonato Carioca 2021
Reprodução/Botafogo TV

Alinhar a eficiência do time com a paciência da torcida talvez seja o maior dos desafios que as diretorias de Botafogo e Vasco têm pela frente.

Porque a falta de recursos para investimentos limita o poder de sonhar e diminui a tolerância dos torcedores.

E essa pequena margem para erros aumenta a reponsabilidade dos executivos do futebol que têm a missão de administrar essa relação.

Não será fácil.

Os resultados iniciais mostram que o sentimento deste povo, ao longo do ano, oscilará entre a euforia e a depressão.

O novo Botafogo venceu três e perdeu um dos nove jogos que fez sob o comando de Marcelo Chamusca.

Um retrospecto aceitável para um trabalho que envolve remontagem de elenco e criação de um sistema de jogo compatível à realidade do clube.

Mas a vitória única nos últimos seis jogos, combinada à demissão de Jair Ventura do Sport-PE, despertou o fantasma que atormentará o treinador alvinegro.

Pelo menos até que o comandante que dirigiu o time na ótima campanha do Brasileiro de 2016 se empregue novamente.

Na próxima semana, o Botafogo medirá forças com o ABC de Natal, na segunda fase da Copa do Brasil, e Chamusca já estará com a faca no pescoço.

A vitória é obrigatória e essa necessidade de mostrar resultados com o elenco em fase de montagem é um risco para toda a temporada.

Um drama que exigirá de Eduardo Freeland, o gestor da pasta, comunicação estratégica com os torcedores.

Algo muito parecido com o cenário que o Vasco enfrentará.

A partida contra o Tombense, em Minas Gerais, segue a mesma regra, e os efeitos provocados pelo resultado dimensionarão a confiança dos torcedores.

Alexandre Pássaro, o executivo, e Marcelo Cabo, o treinador, estão ainda na fase de montagem do elenco.

Mas a caminhada enfrente a euforia e depressão provoca arrepios.

Porque os vascaínos sabem que a caminhada está só começando, mas não toleram novos tropeços.

Fonte: Blog do Gilmar Ferreira - Extra Online

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