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Paiva cita rotina corrida e diz que pressão externa não o afeta no Botafogo: ‘Não cheguei aqui por acaso nem por ser amigo de ninguém’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Paiva cita rotina corrida e diz que pressão externa não o afeta no Botafogo: ‘Não cheguei aqui por acaso nem por ser amigo de ninguém’
Vítor Silva/Botafogo

O Botafogo começou a semana com protestos da torcida nos muros do Estádio Nilton Santos, mas terminou-a com vitória sobre o Carabobo na Venezuela e goleada sobre o Internacional pelo Brasileirão. O técnico Renato Paiva foi perguntado sobre como foi a reação em meio à pressão externa por resultados e disse que o importante é se fechar e trabalhar:

Sem querer tirar mérito e importância ao externo, o grande segredo é nós fecharmos no interno. Nós sabemos quem somos, sabemos com quem trabalhamos, eles sabem com quem trabalham, eles jogadores sabem quem são, eu também sei quem sou, sei com quem trabalho, não cheguei aqui por acaso, nem por ser amigo de ninguém. O que eu quero mesmo fazer, porque mesmo que eu quisesse olhar para o exterior, eu não conseguiria…

Paiva relatou como é sua rotina atribulada em maio a tantos jogos em sequência, e disse que a correria o impede de ter contato com o que vem de fora.

Minha rotina é, no dia de hoje de jogo, no hotel, eu faço as palestras de manhã, por setores, e depois almoço e vou ver o Estudiantes. Mas tenho jogo com o Internacional, e às vezes ainda me engano com os jogadores (risos). Esta é a nossa rotina neste futebol. Se eu quisesse olhar para o exterior, o meu sentimento, ou ver TV… Tenho redes sociais, tenho uma empresa que trabalha no meu Instagram, mas sabe há quanto tempo eu não vou ao meu Instagram? Há dois meses. Tenho-o por questões profissionais, por questões de currículo, porque minha filha gosta. É isto só, mais nada. Mesmo que eu quisesse, não tinha tempo. Todo o tempo é pouco para preparar o que nós temos que preparar, porque eu tenho que preparar os poucos treinos.

Por que vi hoje [domingo] o Estudiantes? Porque amanhã [segunda] e terça-feira os treinos estão relacionados com o que eu vi do Estudiantes. Quando eu vou preparar o treino de amanhã, eu já tenho que saber do Estudiantes, e depois já tenho que saber do Flamengo. Não temos tempo nem para dormir. Eu durmo cinco, seis horas por dia. Não estou me queixando, sou um privilegiado, porque é na minha profissão, sou um privilegiado comparado com muitas profissões e muitas vidas que aí há. Agora, dentro da minha profissão, o Brasil é um mundo à parte, mas como eu aceitei vir, não estou a queixar, tenho que me adaptar ao que é e encontrar a solução – completou.

Por fim, Renato Paiva se mostrou tranquilo com a sequência de duas vitórias seguidas, ciente de que ainda há muito a ser feito.

Eu sou sempre assim, eu não fico deprimido nas derrotas e não fico eufórico nas vitórias, sou assim, tento ser equilibrado e tento olhar para o meu trabalho com consciência do dia a dia, sabendo quem tenho à minha frente, conhecendo-os cada vez melhor e tomando as melhores opções. É melhorar nestes aspectos que nós temos melhorado, mas também há uma coisa que é verdade, nos últimos cinco jogos temos quatro vitórias. Podes-me dizer assim, e as exibições? Isso é outra coisa. Quando a equipe ganha e não joga bem, a equipe não jogou bem, quando a equipe joga bem e não ganha, a equipe não ganha, não interessa jogar bem. Então posicionamo-nos aonde? Estamos sempre na linha de tiro, não é? O que me interessa é, mesmo que não jogues bem, ganhes, compitas constantemente – frisou.

Fonte: Redação FogãoNET

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