A marcação de pênalti para o Estudiantes, por um toque no braço de Gregore, que acabou deixando o jogo mais complicado para o Botafogo, foi criticada no programa “Seleção SporTV” desta quinta-feira. O árbitro Juan Benítez considerou infração, mas o Glorioso acabou vencendo mesmo assim, por 3 a 2.
– Estou aguardando se a Conmebol vai divulgar o áudio dos diálogos entre a cabine do VAR e a arbitragem de campo. Estou com dificuldade de achar esse pênalti. Eu gosto do termo “penalidade máxima”, e isso aí é uma penalidade mínima, minúscula, nanica. Tem que ser uma infração clara, grave, e isso é uma penalidade minúscula. Eu acho que ele [Gregore] não botou a mão na bola, ele estava ali normal e a bola bate na mão dele – opinou o apresentador André Rizek.
– Está na regra, mas está mal interpretada a regra pelo árbitro. Ele [Gregore] abre o braço, a bola bate no braço dele, é inegável que abre e bate, mas é um erro absurdo de interpretação, porque não há nenhuma possibilidade de ele ter buscado a bola com o braço – afirmou o comentarista Carlos Eduardo Lino.
Ex-goleiro, o comentarista Fernando Prass explicou que Gregore estava apenas em busca de espaço com o adversário, concordando com os colegas de que o pênalti não deveria ter sido marcado.
– Ele usa o braço para fazer o contato com o atleta e acaba pegando, aí é o árbitro para julgar a intenção… Ele usa o cotovelo para fazer a proteção, para trombar com o jogador, e acaba pegando na mão. Esses pênaltis de bola na mão, mão na bola, são sempre muito complicados. Eu não daria. Ele dá aquela levantada no braço, mas contextualizando, para quem jogou futebol, sabe que aquele é um braço para a proteção, para o tranco que ele ia dar no jogador do Estudiantes – explicou Prass.