Um dos símbolos da reconstrução do Botafogo, Rafael jogou pelo clube de 2021 a 2024, chegando com título da Série B e saindo campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O ex-lateral-direito conviveu com John Textor e foi sincero sobre o empresário norte-americano em entrevista ao “Toca e Sai Podcast“.
– O Botafogo passou por momentos turbulentos, né? Com o Textor. O Textor foi um cara que eu sou agradecido por tudo que ele fez. Por tudo que ele fez, cara. Ele foi um cara que botou de novo o Botafogo, os botafoguenses, que eu me incluo, a acreditar, a gritar, a título. Então, assim, essa página eu nunca vou esquecer. Ele fez isso. Só que já deu. Já deu porque ele já era um cara, assim, bem fanfarrão, fanfarrão no modo de dizer. Tipo, que mentia, 171, sabe? Gostava de contar a história, e eu acho que depois que ele ganhou o título piorou – declarou.
– E aí, bom, ele vive num mundo “Fantástico de Bobby”, fantástico de Textor. E aí já deu, para mim já deu. Eu como torcedor estou falando aqui, não estou falando nada sobre o que conheci dele conversando. Foi uma pessoa, assim, muito grata, uma pessoa muito simpática, mas dentro do Botafogo, do meu time, eu não quero nunca mais ver, sinceramente. Porque eu quero ver o Botafogo bem. Eu gosto muito mais do Botafogo do que do Textor, entendeu? – disse Rafael.
John Textor ‘foi bom enquanto durou’
John Textor é ex-controlador da SAF do Botafogo e ainda tenta voltar ao poder na Justiça, enquanto o clube segue em frente com a GDA Luma. Rafael crê que o Alvinegro está melhor assim.
– O Textor ficou devendo muita gente, foi bom enquanto durou, podemos falar assim, né, cara? Só que agora já deu. Se você olhar hoje o Botafogo, pós-Textor, depois que voltou do Mundial, cara, ninguém fica mais falando como se o Botafogo fosse uma chacota. Por quê? Porque tem uma coisa séria ali, não é uma pessoa que fica de fanfarronice o tempo todo. Eu sou engraçado para caramba, mas tem momento que tu tem que falar um negócio sério, senão não dá, senão você vira um personagem – completou.