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Rodrigo Bellão festeja estreia com vitória como treinador no profissional do Botafogo: ‘Orgulho muito grande’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Rodrigo Bellão em Portuguesa-RJ x Botafogo | Campeonato Carioca 2026
Arthur Barreto/Botafogo

Técnico do sub-20, Rodrigo Bellão já foi campeão três vezes no Botafogo em menos de um ano. Nesta quinta-feira (15/1), ele viveu uma experiência nova. Foi o treinador na estreia no Campeonato Carioca, vencida por 2 a 0 sobre a Portuguesa, no Luso-Brasileiro.

Bellão comemorou o resultado e a atuação da equipe, formada em maioria por jovens do sub-20.

Para mim, foi um orgulho muito grande poder representar o clube e fazer a minha estreia como treinador da equipe no principal no Botafogo. Eu já fui auxiliar técnico em muitos lugares, eu tenho 18 anos de carreira, então como auxiliar eu já tinha trabalhado no profissional, mas como treinador foi a primeira vez. Então eu estou muito orgulhoso de que nós pudemos representar aqui hoje competindo bastante, sendo sólidos definitivamente e que os meninos tiveram muita coragem para jogar. Eu esperava com um pouquinho mais de ansiedade deles. Acho que a nossa trajetória vitoriosa na base traz isso para eles, eles vão jogando cada vez mais jogos grandes e isso vai trazendo essa confiança para eles, essa experiência e isso acaba dando um orgulho tremendo do que eles puderam representar hoje aqui – destacou.

Leia outras respostas de Rodrigo Bellão:

Mensagem ao grupo
– Eu passo para eles sempre para acreditarem no potencial deles, na qualidade deles. A gente trabalha muito, então eu passo para eles acordarem muito cedo, muitas vezes já fiz eles se apresentarem no CT sete horas da manhã, por exemplo. A ideia é criar essa mentalidade deles de que quanto mais você trabalha, mais confiança você tem. E assim, isso acaba deixando a gente orgulhoso porque eles estão querendo, estão aprendendo, estão conscientes para dar esse passinho a mais e isso me deixa orgulhoso ao ver eles se desenvolverem. Eu sempre falo nas entrevistas que eu dou antes dos nossos jogos da dase que nós estamos aqui para servir a equipe principal e para servir para eles se prepararem para a equipe principal. Os títulos acabam sendo uma consequência disso, mas a mentalidade, o crescimento deles é o que mais importa. Então, se eles acreditam neles, não em mim, neles, eles vão conseguir dar esse próximo passo.

Relação com Martín Anselmi
– Nesse primeiro momento, a gente não conseguiu conversar, eu e ele diretamente, porque eu estava na Copinha, então, desde a chegada dele eu não estava mais presente no CT. Eu acabei não participando diretamente com ele, mas nós temos um coordenador, Joel Carli, nós temos uma diretoria que fez esse ano de ligação e fomos trocando o tempo todo, juntamente comigo e com o coordenador da base, do sub-20, que é o Willian. A gente foi trocando essa ideia o tempo inteiro. Eu ainda não conheci pessoalmente, mas tenho certeza que em breve a gente vai conseguir conversar e aproximar mais as ideias.

Planos do sub-20
– Inicialmente, nós vamos ficar aqui, o nosso planejamento era esse, a gente confia em quem está lá, então não é só o Bellão, é uma comissão técnica toda, muito competente, muito capacitada. Então, eu lidero um estafe, uma comissão muito competente que o clube tem, e isso faz a gente ter toda a tranquilidade pra deixar o pessoal lá, pra tocar. A mesma confiança que a gente tem nos jogadores a gente tem neles também. E os atletas que estão lá são muito qualificados também. Então são jogadores que jogaram comigo o tempo inteiro, o ano inteiro, os que não jogaram comigo muito são do sub-17 titulares, então a gente confia plenamente. Se terminar com as duas vitórias, hoje vai ser o melhor dia da minha vida.

Papo com Arthur Izaque
– Os meninos estão no processo final de formação, e eu sou um formador. Então, a informação que eu passo, muitas vezes ela não é tática, ela é técnica. Para ele ajustar. Ele está dando as costas para o zagueiro, para o zagueiro mais experiente do que ele. Então, tem maior noção de como antecipar um atacante, e faz parte da formação dele entender que ele vai pegar jogadores já prontos. Ele, como o Kadir, estava no profissional, hoje está jogando contra profissionais. Então, ele passar por essa etapa da formação dele, e se ajustar tecnicamente. Às vezes, o feedback que eu dou é usar mais a perna esquerda, por exemplo. Dominar, melhorar, finalizar. Eles às vezes têm dificuldade. E essa instrução para o Arthur foi essa. Pensando no desenvolvimento dele, uma melhoria dele dentro do jogo, dentro da posição dele que é centroavante. Então, a instrução foi puramente técnica para ele se ajustar ali em campo.

Fonte: Redação FogãoNET

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