A SAF do Botafogo protocolou na tarde desta sexta-feira (28/11) agravo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para tentar reverter a decisão que proibiu a empresa de vender jogadores e pagar despesas extraordinárias sem comunicação, informa o “Blog do Ancelmo Gois”, do jornal “O Globo”.
A empresa que controla o futebol alvinegro diz no recurso que a decisão desferida pelo desembargador Marcelo Marinho “paralisará integralmente a atividade empresarial”, impactando em negociações de atletas e até mesmo em compras básicas do dia a dia, além de poder causar “prejuízos de proporções incalculáveis”.
“Segundo a empresa, o despacho cria um cenário em que qualquer operação com impacto econômico — inclusive tratativas sigilosas no mercado da bola — ficaria exposta em autos públicos, interferindo em negociações e afastando fornecedores e atletas”, diz o blog.
No agravo, a SAF também afirmou que o Judiciário só poderia intervir na disputa societária em casos urgentes, o que não seria o caso, e que ela está submetida a tribunal arbitral. E diz ainda que a atual proibição a impede, na prática, de planejar a temporada 2026 do Botafogo.








