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Técnico do Nacional Potosí fala sobre usar altitude como ‘aliada’ contra o Botafogo: ‘Muita pressão para não terem tempo de recuperar o ar’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Técnico do Nacional Potosí fala sobre usar altitude como ‘aliada’ contra o Botafogo: ‘Muita pressão para não terem tempo de recuperar o ar’
Arquivo pessoal

O Botafogo sobe o morro e enfrenta nesta quarta-feira o Nacional Potosí, a 3.885m de altitude, pela segunda fase preliminar da Libertadores. O time boliviano vai apenas para sua segunda participação, após cair ainda na primeira fase prévia em 2023, quando não pode jogar em casa – precisou mandar a partida contra o El Nacional em La Paz. Técnico da equipe, Leonardo Égüez contou como vai usar a altitude como sua “aliada” diante do campeão de 2024.

– Respeito muito o Botafogo, sei o grande treinador que tem, a envergadura, a carreira que tem a nível mundial, os jogadores que tem a nível mundial. Mas isso é futebol. O jogo não dura só 90 minutos, nós sabemos que é um jogo de 180 minutos, como se diz, onde graças a Deus nós vamos começar em casa. E nós, em casa, desde que estou à frente da comissão técnica em setembro, consegui buscar uma identidade de que minha equipe se faça forte aqui. Por que? Porque temos um aliado que sim, é a altitude, mas a altitude você deve fazer senti-la – disse Égüez à “ESPN”.

– E como sentir a altitude? Sendo um time intenso, um time agressivo, um time compacto, um time que jogue rápido com a bola, que ponha a bola no chão, que faça muita pressão, que provoque o erro do adverário, que não dê tempo ao adversário para que recupere o ar e sinta de verdade os verdadeiros efeitos dentro de campo. Agora, isso me custou um tempo e graças a Deus, dos últimos três meses do ano passado até agora, pudemos conseguir nos fazer fortes como mandantes e sempre pudemos ganhar em casa, que para mim é muito importante. Como sempre digo, tem que se fazer respeitar em casa, e acredito que nós nesta quarta-feira temos essa necessidade, essa missão, e vamos buscar que se respeite a casa conseguindo uma vitória – completou.

O treinador do Nacional Potosí, por outro lado, tentou rebater os argumentos de que os times que jogam na altitude acabam sempre se beneficiando em confrontos contra clubes que não costumam jogar nessas condições.

– Acho que tem um slogan: se joga onde se nasce. E este clube nasceu em Potosí e tem que jogar aqui, não podemos privar isso. Agora, se a altitude existe, é uma realidade. Como contra-atacar a altitude? Com um trabalho tático, físico, com jogadores muito bem preparados, com certos detalhes que cada clube administra, mas que se pode jogar na altitude, se pode. Agora nós, como equipe de altitude, também sentimos quando baixamos para o plano, com o calor. Aqui na liga local nós jogamos a 4.200m, que é onde estamos em Potosí, e 72 horas depois temos que ir jogar a 40 graus na cidade de Santa Cruz de la Sierra às 15h. Meus jogadores sentem. Então como eu preparo? E aí entra os fatores plano de jogo, estratégia, sistema tático, também entra a parte logística, a parte operativa para ir vendo os detalhes.

– Não há uma ciência exata como jogar no plano quando você é de altitude, nem como jogar na altitude quando você é do plano. Mas acredito que isso não pode reinar ou não pode ser o fator principal deste lindo esporte. Porque assim como se joga na altitude, também se chega a jogar a -15 graus na Rússia. Em outros países você também joga no calor extremo, e creio que é parte do folclore, é parte deste esporte, e acredito que enquanto você tente jogar futebol, devemos tratar de dar espetáculo como a América do Sul e a Conmebol merecem – concluiu.

Fonte: Redação FogãoNET e ESPN

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