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Tite volta a levar 4 do Botafogo e fica pressionado no Cruzeiro, que sofre pior derrota na era SAF

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Tite volta a levar 4 do Botafogo e fica pressionado no Cruzeiro, que sofre pior derrota na era SAF
Thais Magalhães/Cruzeiro

A goleada do Botafogo sobre o Cruzeiro foi histórica para ambos os lados. A derrota por 4 a 0 foi a pior da história da Raposa desde que se tornou SAF, em 2021. É também a maior vitória alvinegra no confronto em todos os tempos.

O placar no Estádio Nilton Santos foi o pior do Cruzeiro desde 2012, quando a equipe foi goleada pelo Santos pelos mesmos 4 a 0. O Botafogo não vencia o time celeste desde 2016 e quebrou um longo jejum.

O técnico Tite voltou a sofrer quatro gols do Botafogo num mesmo jogo, após o 4 a 1 que o Glorioso aplicou em seu então Flamengo na campanha do título brasileiro de 2024. Em 19 jogos na história, Tite venceu o Botafogo sete vezes e perdeu oito.

Com a derrota no Estádio Nilton Santos, Tite ficou ainda mais pressionado no cargo de técnico do Cruzeiro. Foi o terceiro resultado negativo em 2026 – antes, havia sido derrotado ppor Democrata GV e Atlético-MG. Em seis jogos até aqui, são apenas duas vitórias.

– Talvez, o erro maior nas reflexões agora que estou observando, foi estratégia, que eu entendi ser a mais importante, de preservação da equipe para retomar ritmo. A retomada de ritmo dela é o mais importante. Poderia ter jogado mais jogos mesmo correndo risco maior de lesão. A equipe podia ter jogado mais jogos, ia estar mais ritmada para apressar o processo de voltar a ter um comportamento e um ritmo melhor tal qual ano passado – justificou Tite.

– O jogo, pelas circunstâncias da partida, pelo que aconteceu e pelo placar dilatado, foi determinante o segundo gol. Esse gol acontece no momento em que estávamos fazendo a substituição. O Jonathan sentiu, não ia sair, e o árbitro apressou, queria que fizéssemos rapidamente, porque precisava fazer essa substituição, que ia modificar. Ia entrar o João, que naquele momento não ia entrar, e saiu o segundo gol. A partir daí, vira um outro jogo. E a grandeza do Cruzeiro não permite um placar tão dilatado – completou o técnico na coletiva.

Fonte: Redação FogãoNET

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