Túlio Lustosa lidera clube do DF para virar SAF e cita experiência no Botafogo: ‘Participei da transformação’

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Por FogãoNET

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Túlio Lustosa - Botafogo
Reprodução/Botafogo TV

Ex-volante e ex-dirigente do Botafogo, Túlio Lustosa é presidente do Sobradinho (DF) desde 2018 e está no momento buscando investidores para transformar o clube da cidade-satélite de Brasília em SAF. Em bate-papo com o “Jornal do Guará”, o ex-jogador citou a experiência no Glorioso, que começava a discutir a então “Botafogo S.A“. Túlio foi gerente de futebol entre outubro de 2020 e fevereiro de 2021, sendo demitido logo após a confirmação do rebaixamento.

– Fui para o Botafogo num momento complicado, mas participei de uma decisão importante que foi a transformação em SAF. Estávamos lá naquele momento, infelizmente caímos, mas participei daquele momento. Agora construímos um projeto e estamos na fase de captação de investimentos para transformar o Sobradinho em SAF – contou Túlio, que falou da identificação com o Glorioso dentro das quatro linhas:

– Meu time de infância era o Santos, por influência do meu pai, que era santista doente. Quando iniciei minha carreira, meu maior sonho era jogar no Santos. Depois que joguei no Botafogo, essa paixão se transferiu para o Botafogo e foi sem dúvida o time com o qual mais tive identificação na carreira.

Apelidado de Túlio Guerreiro pela torcida alvinegra nos tempos de jogador, o ex-cabeça-de-área recordou também a campanha do primeiro acesso do Botafogo, em 2003, e lembrou com carinho do ex-presidente Bebeto de Freitas, já falecido.

– Tínhamos um time que foi montado rapidamente pelo Bebeto de Freitas. Eu me apresentei na Granja Comary, em Teresópolis, entre o Natal e o Ano Novo de 2002. Cheguei e fiquei deslumbrado, eu estando no Botafogo, com a estrutura da Seleção Brasileira, foi um impacto muito grande. Mas o impacto foi maior quando voltamos para a realidade do Caio Martins. O Bebeto ainda estava ajustando a casa, o clube estava muito desestruturado, me assustou muito. A força de vontade do Bebeto, a seriedade de sempre falar a verdade para os jogadores, foi determinante. Quando ele estava tendo aquele trabalho todo de organizar a casa, nós nos uníamos, às vezes comprávamos água para beber depois do treino. Conseguimos transformar aquela dificuldade em força – disse.

Fonte: Redação FogãoNET e Jornal do Guará

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