O Botafogo deixou John Textor para trás e seguiu em frente com a GDA Luma, que tem Gabriel Alba como principal investidor e deve assinar em definitivo em breve. É provável uma visita em breve ao elenco alvinegro, que elogia a gestão.
– Ainda não conversamos com ele, ele está vindo para o Rio agora, mas não tivemos conversa com ele ainda. Já conversamos com outras pessoas, a gente sabe um pouco do plano do Botafogo, claro que eu não vou falar nada aqui. Claro que eu não vou falar nada aqui, mas nós sabemos um pouco do plano do Botafogo. Eu fico feliz porque tudo que eles estão falando para a gente está acontecendo, então que a gente siga nesse caminho – afirmou Vitinho, que vê o Botafogo em crescimento.
– As coisas vêm acontecendo para engrandecer o Botafogo. A gente tem uma estrutura aqui no Botafogo que poucos clubes no Brasil têm. A gente não deixa faltar nada. Eu já escutei algumas histórias antes de eu chegar do que o Botafogo vivia e do que o Botafogo é hoje, é uma coisa totalmente diferente. Alguns jogadores chegam aqui e se assustam com a estrutura que a gente tem aqui. A SAF mudou muita coisa aqui no Botafogo e vai mudar mais. Eu acredito que daqui a alguns anos, o Botafogo já é, mas vai ser ainda mais exemplo para muitos clubes do Brasil – destacou.
Leia outras respostas do lateral:
Pausa para descanso
– Eu acho que foi bastante positivo para a gente a parada que a gente teve. Eu falei em outras entrevistas que o Franclim (Carvalho) teve pouco tempo para implantar aquilo que ele queria nesse meio tempo que ele teve, porque quando ele chegou a gente já estava no meio da temporada. Eu vejo isso como superpositivo para a gente. A gente conseguiu um bom resultado (contra o Cruzeiro), que deu mais confiança para o grupo. E isso a gente leva no dia a dia. Estamos aproveitando bastante esses dias. A gente tem um clássico agora (contra o Fluminense), que a gente sabe que é muito importante ganhar um clássico. A gente vem preparando durante a semana e a gente espera sair com os três pontos para o final da semana.
Dois jogos sem sofrer gols
– Isso é uma coisa que a gente vem cobrando bastante no dia a dia. Eu mesmo falei na hora, depois do jogo, parabenizei toda a equipe, porque nós que jogamos lá atrás, cai muito em cima da gente, são as pessoas que defendem, mas isso é o grupo inteiro, sabe? Quando ataca, ataca todo mundo, quando defende, defende todo mundo. Eu dei parabéns para que isso continuasse, porque não tomar gols, para mim, já é 50%. Se a gente não tomar gols, a gente tem um dos melhores ataques do campeonato, a gente vai fazer gol na frente e, consequentemente, vai sair com a vitória.
Força da torcida
– Jogar com o torcedor do Botafogo dentro do nosso estádio é totalmente diferente. A gente sente uma emoção diferente. Eles ajudam a gente, eles estão sempre com a gente. Então, que eles estejam no jogo, que eles joguem junto com a gente, para a gente sair com a vitória.
Pensamento em títulos
– Acho que não é só o torcedor, nós jogadores também, o clube inteiro quer ganhar sempre. Mas o dia a dia nosso a gente não conversa de título, a gente conversa sempre do próximo jogo. O Mister, quando chegou, a gente deixou isso claro, porque ele não pensava na frente, ele quer pensar no agora. É isso que a gente vem fazendo. A gente tem um jogo agora no final de semana e depois tem um jogo na Sul-Americana, que a gente espera sair com resultado positivo de ir lá, apesar de ser um jogo de altitude, um jogo difícil. Eu joguei algumas vezes, eu sei como que é, mas nada é impossível. E vamos pensar em título lá na frente. Agora é fazer um bom resultado para a gente conseguir os resultados finais bons que a gente almeja no final do ano.
Treinar ou jogar
– Claro que jogar é muito maior do que treinar. A gente tinha seis a sete semanas de pré-temporada que no Brasil não existia. Então, quando a gente tem esse tempo para treinar, um tempo só entre a gente, é bom para conhecer o grupo, é bom para aqueles jogadores que chegam, para conhecer aquilo que o treinador pede. Então, eu acho que é válido, é importante o treinar e não jogar, mas todo jogador quer jogar o tempo inteiro.
Chegada de Warleson e Gabriel Batista
– Desde quando eu cheguei aqui, o que mais me ajudou no dia a dia foi o grupo. Eu falo que isso é a força do Botafogo. Depois que tudo que o Botafogo passou aí, se não fosse o grupo, acho que a gente poderia estar em uma situação muito pior. Mas o grupo esteve ali presente, foi sólido no momento difícil. Então, a minha função, como um dos mais velhos, é ajudar aqueles que estão chegando, porque eu fui ajudado. E para chegar agora, eu sei que a gente passou um momento difícil na posição. E o que a gente passa agora é positividade, confiança. A gente fala para eles que a gente está junto, independente do que aconteça, a gente está junto. E que eles façam aquilo que fizeram antes de chegar no Botafogo. O Warleson vem jogando bem, vem fazendo boas partidas. Eu fico feliz por ele. É um cara que eu já conhecia da Bélgica, jogamos juntos. Quando a gente estava junto lá, foi ele que me ajudou. E agora eu que estou o ajudando na chegada. Então, eu fico feliz por ele. Feliz pelo Gabriel. E que, quando jogar, que ele venha fazer um ótimo jogo.
Reencontro com Artur Jorge
– Não teve muita conversa. Eu desejei boa sorte para ele. O carinho que a gente tem por ele é gigante. Não só eu, mas todos aqueles que estão aqui. O Franclim também tenho certeza que ele tem um carinho enorme pelo Artur Jorge. A gratidão por ele, o carinho, vai ser eterno. Como eu disse, eu sou um cara que tem uma índole de ser grato por tudo que eu passei assim na vida. Então, com ele eu vi momentos inesquecíveis. Não só eu, mas todas as pessoas do Botafogo, todos os botafoguenses. E vai ser sempre assim. Toda vez que eu puder falar com ele, que eu puder vê-lo, vai ser uma gratidão eterna. E eu fico feliz por ele.
Quase ida para a Copa do Mundo
– Bateu na trave. Eu vou continuar fazendo o que eu estava fazendo no Botafogo. Foi isso que me levou à Seleção Brasileira. Eu estava conversando esses dias e eu falei que alguns anos atrás eu estava tão longe e hoje eu quase fui para a Copa do Mundo. E isso é sinal de que eu estou no caminho certo. E se Deus quiser, na próxima, eu vou estar pronto para estar lá. A gente fica um pouco chateado, mas nunca paramos de torcer. A gente é brasileiro. Eu queria que o Brasil chegasse mais longe, que fosse campeão. Mas não aconteceu. É o futebol, não tem o que fazer. Agora é trabalhar, para estar na próxima.
Aposentadoria no Botafogo?
– Cara, quem sabe, eu não posso falar nada disso. Penso no agora, penso no Botafogo de agora, o que eu posso fazer para o clube agora. Eu não sei o que eu vou fazer quando parar, cara. Nunca nem pensei nisso. Penso no agora, o que eu quero é jogar, o que eu quero é continuar construindo essa história que eu tenho com o Botafogo, que é linda, então é isso que eu quero para a minha vida, é isso que eu penso agora.
Gramado sintético
– Jogar na grama sintética realmente é diferente. Entre jogar na grama sintética e ir no campo natural ruim, eu prefiro jogar na grama sintética. Muitas vezes, a gente sai para jogar fora aí, o gramado não está aquelas coisas, e o futebol, o espetáculo, não só do Botafogo, mas de todos os times do Brasil, acaba caindo. O Brasil é um país de muita qualidade individual e quando a gente não tem o campo que a gente precisa, a qualidade acaba caindo. Mas, cara, é difícil falar porque cada um vai ter a sua opinião e é isso que eu penso. Eu penso que entre jogar na grama ruim e na grama sintética, eu prefiro jogar na grama sintética.