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Vitinho reforça confiança em John Textor no Botafogo e não se preocupa com extracampo: ‘Sempre blindamos. Trabalhamos duro pelos objetivos’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Vitinho reforça confiança em John Textor no Botafogo e não se preocupa com extracampo: ‘Sempre blindamos. Trabalhamos duro pelos objetivos’
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo viveu um início de ano conturbado, com transfer ban e disputa judicial entre acionistas. Mas John Textor segue com crédito internamente. Perguntado no programa “De Placa”, do TNT Sports, se o grupo confia no no empresário norte-americano, Vitinho foi sincero.

– Confio. A gente sabe o poder que ele tem, é o nosso comandante aqui no Botafogo, a gente sabe de tudo que ele faz pelo clube, que vai ser pelo bem do clube. A gente sabe que o momento foi difícil, mas já passou. No dia a dia não nos afeta, a gente está blindado, a gente se preocupa com o dia a dia. As coisas que vêm de fora, são ele e a diretoria que têm que resolver, não são nem jogadores nem comissão técnica – frisou Vitinho, que mantém o foco em uma boa temporada.

– Começou um ano difícil para a gente, todo mundo sabe o que aconteceu com o clube. Mas o clima entre nós jogadores, no dia a dia, é um clima bem estável. Desde quando eu cheguei no Botafogo, a gente sempre blindou lá dentro do clube. E isso vem ajudando os jogadores que acabaram de chegar. Eu, como líder do grupo, ajudo, faço parte dessa chegada dos jogadores, para poder ajudar eles a se adaptarem o mais rápido possível. Mas eu creio que a gente está no caminho certo. Temos trabalhado duro para conseguir o nosso grande objetivo, que é chegar o mais próximo possível de títulos no final da temporada. Mas a gente sabe que a temporada é longa, que vamos ter que trabalhar. E o clima entre nós está o melhor possível no dia a dia – garantiu.

Leia outras respostas de Vitinho:

Experiência na altitude

– Eu acho que é muito mais o preparo mental. Depois do jogo lá do Potosí, eu estava conversando com algumas pessoas do Botafogo e eu falei que o jogo da Seleção me ajudou muito para jogar esse jogo do Potosí, porque no jogo da Seleção eu fiquei muito mal, assim, sabe? Um sentimento de fraqueza que a gente sente quando joga lá. E no jogo do Potosí agora eu me preparei mentalmente. A partir do momento que você joga, você tem mais experiência de jogar, a partir do momento que você joga a primeira vez. E foi isso que eu fiz, eu comecei o jogo um pouco mais lento, sem fazer duas, três ações rápidas, porque eu sabia o que eu tinha feito na Seleção, e eu sofri. Então eu comecei o jogo um pouco mais lento, só ia quando precisava. Graças a Deus eu fiquei feliz, fiz um bom jogo, não só eu, como todo grupo, saímos de lá com um bom estado.

Martín Anselmi

– Eu falei isso semana passada em uma entrevista, eu digo que eu consigo entender mais porque ele tem um trabalho bastante semelhante com o Kompany, é um jogo de posse de bola, um jogo que a gente tem que ter paciência. Claro que às vezes, para as pessoas que estão vendo de fora, é um pouco chato, é um jogo chato, mas é um jogo que a gente precisa ter paciência, é um jogo mais complexo, mais detalhado. Mas como eu tive o Kompany lá fora, me ajudou bastante na adaptação com ele. No último jogo agora de Libertadores, eu já fiz três posições em um jogo só, mas eu já tinha feito isso lá fora. E eu falo bastante com o Anselmi sobre isso, estou à disposição para ajudar ele, ajudar o clube, que isso é o mais importante. Estou à disposição para ajudar o Botafogo, estou à disposição para ajudar o Anselmi, um treinador que no dia a dia se preocupa muito com a gente, quer saber como a gente está, como a gente se sente, porque como eu falei, é um trabalho mais complexo, mais detalhado, precisa de tempo. E o tempo no Brasil a gente sabe que é um pouco difícil, mas o grupo está fechado com ele, a diretoria também está fechada com ele. A gente espera alcançar o nosso objetivo final aí no final da temporada.

Fonte: Redação FogãoNET e TNT Sports

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