Acesso do Botafogo tem vários personagens, mas precisamos falar especialmente de Kanu

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Acesso do Botafogo tem vários personagens, mas precisamos falar especialmente de Kanu
Vitor Silva/Botafogo

A história exitosa e de renascimento do Botafogo na Série B tem vários personagens. A liderança de Carli, a precisão de Rafael Navarro, a qualidade de Luís Oyama, a habilidade de Chay, a transformação com Enderson Moreira… Mas, talvez, nenhuma trajetória mereça ser tão exaltada quanto a de Kanu.

Cria das categorias de base do clube, Kanu foi um dos pouquíssimos remanescentes da campanha vexatória no Brasileirão do ano passado, que culminou no rebaixamento. Acabou se “salvando” naquele time que fez história de forma negativa, junto a Caio Alexandre.

Kanu teve propostas para deixar o Botafogo. Cruz Azul, do México, e São Paulo chegaram junto. A diretoria alvinegra não quis vendê-lo, e a vontade de Kanu, claro, também pesou para isso. O zagueiro de 24 anos queria ficar e ajudar o Glorioso a retornar, sentindo-se em dívida com o clube.

Ao lado dos experientes Gilvan e depois de Joel Carli, Kanu foi um gigante nesta Série B. Apesar da pouca idade, o zagueiro se impôs. Completou 100 jogos e faz parte da defesa menos vazada da competição.

Fora de campo, Kanu também é importantíssimo. Já vestiu a faixa de capitão em várias ocasiões e é um líder no vestiário, é espelho para os mais novos. Quem está subindo do sub-20, ou os garotos que chegaram depois, enxergam em Kanu um conselheiro.

Na festa do acesso, a alegria da família de Kanu emocionou quem testemunhou a cena. Em diversas entrevistas, o zagueiro disse que só conseguiria dormir tranquilo com o Botafogo na Série A. Agora você pode relaxar, Kanu! Só temos a agradecê-lo.

Fonte: Redação FogãoNET

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