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Pitacos: por que Chamusca mudou o estilo do time do Botafogo? Qual a função de Ricardinho? Até quando Luiz Otávio?

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Blog da Redação

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Marcelo Chamusca em Fluminense x Botafogo | Campeonato Carioca 2021
Reprodução/Botafogo TV

* Volte ao fim da temporada 2020 (com Lucio Flavio) ou ao início da 2021 (com Marcelo Chamusca) e lembre como o Botafogo jogava. Não lembra? Uma tática simples e comum no futebol brasileiro, com dois volantes, um meia organizador, dois pontas de velocidade e um centroavante. Assim venceu Resende por 5 a 0 e Moto Club por 3 a 0. Mas Chamusca resolveu mudar, para dar vez a Marcinho e Felipe Ferreira (ou Marco Antônio e até Rickson) pelas pontas e a Ricardinho solto. Nada funcionou.

* Quem eram os pontas no início? Ênio, Warley e Ronald. Nenhum deles espetacular, mas faziam o trabalho de dar velocidade pelos lados, criar jogadas de ataque, sofrer faltas, levar o time para a frente. O Botafogo carece de atacantes rápidos desde as saídas de Luiz Fernando e Luis Henrique, mas não pode abdicar e jogar sem. Piora com meias abertos. Até porque os laterais não são ofensivos nem tem tanta capacidade de levar perigo aos adversários.

* Contra o Fluminense, na derrota por 1 a 0, Chamusca até já usou um ponta de início (Ronald), mas o time foi completamente dominado e não jogou. Assustador ver o Botafogo passar o jogo inteiro sem levar perigo nenhuma vez.

* Um grande problema está na escalação de Ricardinho. O jogador de 35 anos não era titular no Ceará, mal treinou no Botafogo e já virou titular absoluto. Para piorar, em uma função difícil para ele, de meia avançado. Era para ser um camisa 10 que encosta no centroavante, mas Ricardinho não tem agilidade, potência ou criatividade para a posição. Não ajuda no meio, não entra na área, não dá passes decisivos e não finaliza. Ou seja, é mal utilizado.

O ótimo perfil @taticaalvinegra, no Twitter, notou bem a falta de uma peça que centralize as ações e faça o time jogar. Não poderia ser Ricardinho? Até deveria. É duro admitir, mas Bruno Nazário faz falta na função.

* A torcida do Botafogo não aguenta mais Luiz Otávio. Já está há um ano e quatro meses no clube, nunca apresentou um bom futebol e teve renovações estranhas. Jogou contra o Fluminense porque Kayque sentiu no aquecimento, mas está provado que não deu certo. É procurar outras opções no elenco, no mercado ou base.

* O Botafogo precisa de um time mais forte, intenso e veloz. É o que vai encontrar na Série B. Hoje está longe disso. É possível imaginar que possa melhorar quando tiver o retorno de Gatito Fernández, Guilherme Santos, Matheus Frizzo, Pedro Castro e Rafael Navarro. Mas são necessários muitos reforços. Lateral-direito, volantes, meias de criação, pontas e centroavantes.

* Manter ou não Marcelo Chamusca parece virar dilema a cada dia. Mas parece prudente o Botafogo não repetir a última temporada, com tantas trocas no comando. É preciso haver cobrança no treinador e entregar melhores opções de elenco. Chamusca terá mais de 40 dias de preparação para a Série B, tempo mais que suficiente para apresentar bem mais do que o que apresentou até agora.

Fonte: Redação FogãoNET

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