Pitacos: Diego Loureiro e Lucas Piazon não justificam titularidade; Botafogo está ganhando corpo com Luís Castro

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Blog da Redação

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Lucas Piazon em Atlético-GO x Botafogo | Campeonato Brasileiro 2022
Reprodução/SporTV

* É ainda início de trabalho e adaptação de treinador estrangeiro a um país novo. Mas o empate do Botafogo em 1 a 1 com o Atlético-GO, pelo Campeonato Brasileiro, já pode ter deixado duas lições importantes ao técnico português Luís Castro. Diego Loureiro não justificou a titularidade. Assim como Lucas Piazon.

* A começar por Diego Loureiro. Em que pese ter algumas boas atuações e um perfil de liderança interna, não existe goleiro no mundo com tantas falhas grandes em tão curto espaço de tempo. Em menos de um ano, são no mínimo cinco erros grosseiros. Ele parece se desestabilizar, sobretudo fora de casa. Quando erra a saída de bola com o pé, a parte mental sai do eixo, se descontrola e falha logo em seguida. O gol do Atlético-GO é um absurdo.

* John Textor e Luís Castro estão certo de protegê-lo publicamente, mas uma possível solução é emprestá-lo, para jogar mais e ganhar experiência. Ou vai acabar indo para o Botafogo B. Com Gatito Fernández como titular – torçamos para que tenha sequência -, o Botafogo ainda precisará contratar goleiro para o restante da temporada.

* Outro que não tem rendido é Lucas Piazon. Lento, sem dinâmica, pouca mobilidade, sem vibração, acrescenta pouco em campo. Pode ser cedo para avaliá-lo no Botafogo, mas precisa evoluir bastante fisicamente para se firmar.

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* Chay não pode ser reserva para Lucas Piazon. O meia entrou pilhado, querendo jogo, querendo a bola, dando opção, soltando rápido, driblando, cruzando. Fez um gol mal anulado e deu um belo passe na jogada do gol de empate. É um novo Botafogo, mas Chay ainda pode ser importante e seguir evoluindo na carreira.

* Quem fez uma partidaça foi Renzo Saravia. Forte e combativo na marcação, corajoso com a bola no pé, correu o tempo todo e foi buscar no fim o cruzamento que gerou o gol contra. Resposta muito rápida e boa impressão.

* Legal ver o Botafogo ganhando corpo com Luís Castro e se impondo fora de casa na Série A. Merecia até melhor sorte. Uma ressalva é que, apesar da boa atuação no primeiro tempo, faltou ser mais incisivo e buscar o gol. Controlou, teve a posse, roubou bolas rapidamente, mas não “machucou” o adversário com jogadas ofensivas.

* A fome de gol veio apenas no fim do jogo, já em desvantagem, com uma série de jogadas até conseguir o gol de empate. Poderia até ter vindo a vitória, mas dados os erros de Diego Loureiro e de arbitragem, um ponto acabou sendo bastante válido.

Fonte: Redação FogãoNET

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