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Pitacos: Felipe Ferreira periga seguir caminho de Nazário no Botafogo; era melhor testar Lecaros

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Pitacos: Felipe Ferreira periga seguir caminho de Nazário no Botafogo; era melhor testar Lecaros
Vitor Silva/Botafogo

* Um meia-esquerda, de armação, aberto pela ponta-direita, produzindo pouco e irritando a torcida. Cenário que você viu com Bruno Nazário no Campeonato Brasileiro de 2020 e que se repete com Felipe Ferreira em 2021.

* Primeiramente é importante pontuar que Bruno Nazário é mais jogador, teve mais destaque na carreira e começou bem no Botafogo atuando centralizado. Ao longo do tempo, pareceu perder motivação, foco e fôlego. Já Felipe Ferreira nunca teve grande brilho no cenário nacional.

* Aberto na direita, Felipe Ferreira dá pouca opção ao time. Não recebe bolas em profundidade, não vai à linha de fundo, não busca jogadas incisivas, não dribla. Limita-se a receber, proteger e tocar para trás. Com o pé invertido, precisaria da passagem do lateral, o que não é muito a característica de Jonathan. Não justifica o meia ser titular absoluto de Marcelo Chamusca. Aparece mais dando broncas em jovens como PV e Matheus Nascimento do que pelo futebol.

* Para jogar nessa posição, curiosamente, era melhor testar Lecaros. É onde gosta de atuar. Iria sofrer mais na recomposição defensiva (não que Felipe Ferreira ajude muito), mas ao menos buscaria o jogo ofensivo, passes para a frente, dribles, cruzamentos e finalizações. E olha que nem somos grandes entusiastas do atacante peruano, que já teve diversos treinadores no Botafogo e nenhum deles viu futebol a ponto de dar uma sequência. Mas, se é jogador do clube (e custou caro), melhor ser testado que ficar parado recebendo salário.

* Outra insistência sem muito sentido de Marcelo Chamusca é com Marcinho. O meia não rende em nenhuma das posições, não faz gol e pouco constrói jogadas. Ênio, quando entra, sempre faz mais que ele. Mas segue Marcinho sendo a primeira opção de banco de reservas.

* Chamusca errou no último jogo ao tirar Rickson e recuar Pedro Castro. Mesmo com limitações, Rickson era o jogador mais marcador no meio-de-campo, botava pressão para recuperar a bola. Foi substituído. Aliás, cada alteração do treinador costuma mexer na posição de dois ou três jogadores, dificultando o entrosamento e criando uma bagunça em campo.

* Não adianta Chamusca querer justificar com estatísticas como roubadas de bola no campo do adversário, posse de bola ou número de escanteios contra times pequenos. Nesses jogos, e no futebol em geral, a estatística que importa é a de fazer mais gols que o oponente. Com a Série B batendo na porta, o Botafogo está longe de ter cara de equipe, o que preocupa muito.

Fonte: Redação FogãoNET

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