Botafogo Social e GDA Luma Capital conseguiram aprovar a proposta do grupo para administrar a SAF do clube nos próximos anos. A expectativa é de que, após batalha com a antiga gestão, eles consigam ter sucesso em um cenário de dívidas e incertezas jurídicas. Por falar em incertezas, a única certeza é a de que o principal credor está atento e vai cobrar. Falo da apaixonada torcida botafoguense.
Fala-se em uma dívida bilionária. Algo não novo no clube. John Textor assumiu nessas condições. A Matemática é simples: se o americano dobrou a dívida que existia antes, gerada pelo Botafogo Social, as partes estiveram empatadas ao longo desses mais de cem anos. Sendo que em três anos Textor conquistou um Brasileirão e uma Libertadores. Saldo bem melhor que o Social em quase 120 anos. Dívidas, ambos fizeram.
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Agora a GDA Luma Capital assume em um cenário melhor que o de Textor. Apesar do Transfer Ban, o Botafogo tem um elenco, ativos de qualidade e possibilidades de se recuperar com uma gestão responsável. Algo que Textor passou longe de conseguir. Responsabilidade nunca foi o forte do americano no que diz respeito a finanças. Até acredito que ele tenha ficou surpreso pela postura do Lyon. Mas errou ao correr esse risco.
GDA Luma Capital terá trabalho no Botafogo

Mas Textor é passado, pelo menos ao que parece, e o momento é de olhar para a GDA Luma Capital. Resolver o Transfer Ban é moleza uma vez que existe o investimento inicial. Manter o time competitivo também. Até porque só uma venda como a de Danilo, inevitável, resolveria mais dívidas e ainda traria alguns reforços. Assim o caminho vai se abrir.
Agora Botafogo Social, que a gente espera que fique bem longe pela sua tradição de trapalhadas, e GDA Luma Capital serão cobrados pelo principal credor do Botafogo: sua torcida. Mas a nossa expectativa é que as coisas possam dar certo e que nenhum dirigente tenha mais áudios vazados contra gestores do clube.