O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, vem dando sinais de estar acuado e com medo. A impressão que passa é que ele percebeu, tarde, que não é uma brincadeira ser presidente de um clube deste porte e comandar o futebol. Para azar do clube, ao contrário de Durcesio Mello, que quis cuidar do cloro da piscina, JP decidiu dar as cartas no futebol e o Glorioso pode pagar um preço caro. O tempo de social tem sido bem negativo.
João Paulo deixa visível a cada dia que não tem competência para gerir o futebol. Contratou pessoas do nível do Boavista de Bacaxá para cuidar do futebol. Visivelmente os jogadores de grande porte estão desconfortáveis com isso e o reflexo está em campo. A derrota para o Remo deixou sinais. Gabriel de Alba precisa rapidamente se posicionar, como vem sendo dito.
A água bateu na canela e João Paulo deve estar apavorado com o risco de rebaixamento. Até parte das torcidas organizadas do Botafogo decidiu abrir o bico e reclamar. Assim cansou de ver o que está sendo feito. Caiu na real sobre o tempo de social.
Presidente do Botafogo e o atestado de incompetência

Tite não é o culpado. É apenas mais um atestado de incompetência do atual presidente do clube. Além disso é engraçado ver a postura de alguns dirigentes. Carlos Augusto Montenegro, um leão para criticar a gestão passada, simplesmente sumiu. Não quer se posicionar agora? Nem mesmo os áudios vazados dão sinal de vida.
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Os influenciadores que tinham alguma paciência com o atual presidente começam a reclamar. João Paulo Magalhães precisa rapidamente entender que gerir o Botafogo não é uma brincadeira de playboy. Assuma que precisa de ajuda profissional. Além disso demita a República de Bacaxá e Tite. Chame alguém capaz de gerir o momento e dê apoio a esta pessoa. Pois senão vai ser tarde demais. Mas ele fará isso?