Carlos Eduardo Sangenetto
30/11/2017
Rio de Janeiro (RJ)

Botafogo tem uma dura missão contra o Cruzeiro, campeão da Copa do Brasil, na rodada final do Campeonato Brasileiro, no Nilton Santos. O time precisa conquistar os três pontos na tarde do próximo domingo para garantir vaga no principal torneio do continente. Mas será que há motivação suficiente por parte dos jogadores?

Jogadores no vestiário do Botafogo (Victor Luís, Rodrigo Pimpão e Guilherme)Vestiário do Botafogo não tem mais o astral da Libertadores (Foto: Reprodução/Botafogo TV)

O Botafogo já admitiu, por meio do presidente Carlos Eduardo Pereira, que paga “com muito prazer” as premiações extras aos atletas, o famoso “bicho“, no mundo do futebol. Até o início de novembro, mais de R$ 6 milhões foram cumpridos seguindo uma “tabela de remuneração” previamente combinada no início da temporada.

No entanto, o Boletim do C.E apurou que, até o jogo contra Atlético-GO, última partida disputada em casa, no dia 16 de novembro, três parcelas do “bicho” no valor aproximado de R$ 120 mil estavam atrasadas, ou seja, cerca de R$ 360 mil no total.

Ciente da dívida e preocupado com uma possível desmotivação dos jogadores, o clube ainda tentou um diálogo com o elenco antes da bola rolar contra o lanterna, hoje já rebaixado para Série B, para “amenizar as coisas”. Um membro da diretoria chegou a se movimentar para iniciar uma conversa no vestiário, mas foi impedido pelo técnico Jair Ventura com a justificativa de não ser um “momento adequado” para o encontro.

O que vocês acham desta situação? Aprovam o pagamento do bicho? Eu concordo, mas tenho a impressão que os valores acordados são muito elevados. Ainda mais para um time que não conquistou títulos na temporada… Esperamos que não falta entrega dentro de campo, é nossa última chance. Agora depende apenas do Botafogo.

Saudações alvinegras!

Jogadores no vestiário do BotafogoBotafogo depende de si para jogar a Libertadores de 2018 (Foto: Reprodução/Botafogo TV)