O departamento de futebol do Botafogo preferiu o silêncio após não conseguir a contratação do atacante argentino Nicolás Blandi. E a torcida alvinegra ficou sem explicações. De onde surgiu a oportunidade? Quem foi o responsável pela negociação? Por que não deu certo? Essas e outras perguntas ficaram sem respostas até hoje. Mas o Boletim do C.E foi atrás de alguns esclarecimentos que ainda não foram dados publicamente.

Como o vice-presidente de futebol Gustavo Noronha não retornou os contatos e o gerente de futebol Anderson Barros optou por adiar uma elucidação do caso, mesmo atendendo a reportagem, ficou a cargo de outros membros da diretoria uma versão sobre a tentativa sem êxito de contar com o jogador do San Lorenzo para o ataque.

Segundo o Botafogo, a “Operação Blandi” foi nada mais que uma oportunidade de última hora e teve a liderança de outras pastas da diretoria, talvez isso explique a mudez do departamento de futebol, apesar de não ser uma justificativa plausível.

Ainda de acordo com fontes consultadas pela coluna do FogãoNET, o atacante foi oferecido próximo ao fechamento da janela. Houve uma rápida análise para a certificação da qualidade do atleta e êxito na captação do dinheiro para fechar a transação. No entanto, mesmo com Blandi aceitando formalmente o acordo, o Botafogo foi informado que o negócio não iria mais acontecer. Conforme publicou o Canal do TF, o impasse foi a mudança na forma de pagamento. O clube argentino teria pedido o dinheiro à vista, o que fez desandar o processo.

Fonte: Redação FogãoNET