As apostas esportivas estão proibidas no Brasil desde a última sexta-feira (25/9) com a Medida Provisória nº 1.394/2026 assinada pelo presidente Lula (PT). E agora, como ficará o faturamento dos clubes brasileiros, já que muitos deles são patrocinados pelas bets? Uma alternativa que surge no mercado é a farmacêutica Cimed, que por meio do seu CEO, João Adibe Marques, mostrou-se interessada em patrocinar grandes clubes da Série A. O executivo paulistano, inclusive, citou o Botafogo nas redes sociais.
Em vídeo publicado no Instagram pouco tempo depois da decisão do Governo Federal, João Adibe aparece animado com a oportunidade. Uma das ideias é divulgar a “Super“, marca de personal care (cuidados pessoais) e higiene da empresa.
– É a nossa chance agora. A gente sempre teve o sonho de patrocinar todos os clubes do Brasil através da nossa marca Super. Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo, Pousão… Como é que faz? Tem lugar na camisa. Como é que faz? – disse o CEO da Cimed.
A Cimed é patrocinadora da Seleção Brasileira e possui em seu histórico parcerias com Palmeiras, Cruzeiro, Náutico, Botafogo-PB, Portuguesa e Pouso Alegre. O Botafogo tem patrocínio master assinado com a casa de apostas armênia Vbet até o fim de 2027, mas todas as verbas já foram adiantadas pela antiga gestão do clube.