ma visão fria pode deixar a classificação do Botafogo diante do Nacional-PAR, na última quinta-feira, para as oitavas da Copa Sul-Americana, com status de obrigação. No entanto, o fator apoio incondicional da torcida, que lotou o Nilton Santos e empurrou o time de Zé Ricardo, faz com que seja sublinhado um resgate da confiança e esperança por dias melhores no clube.

Neste domingo, contra o Atlético-MG, às 16h (de Brasília), a expectativa é de que o Niltão receba outro considerável público e que se repita o que foi feito contra o próprio Galo em 2017, pelas quartas de final da Copa do Brasil, quando a equipe então comandada por Jair Ventura aplicou um sonoro 3 a 0, também embalado pelas arquibancadas em uma das festas mais marcantes da temporada passada.

– Ano passado fizemos grande partida, uma classificação, contra o Atlético aqui, e a gente espera repetir porque na nossa casa temos que fazer bem o nosso papel – comentou Rodrigo Pimpão, completando:

– Que a torcida continue vindo ao estádio, porque eles fazem diferença. Vimos que estávamos pressionando o time deles, e eles pressionando juntos. Eles têm que saber que fazem a diferença.

Os cenários são distintos, claro, porém o torcedor ganhou motivos para se animar por conta do rendimento do Botafogo na última quinta – e não só pela sua mobilização. Uma nova vitória pode marcar de vez um novo astral para traçar um returno que dê para almejar a zona de Libertadores, uma meta imposta pela diretoria no início do Brasileiro.

Outro líder do elenco, Rodrigo Lindoso também lembrou o duelo com o Galo no qual o Nilton Santos pulsou – o volante, assim como o xará do ataque, estava em campo quando a torcida fez a diferença no jogo de julho passado.

– Era jogo de mata-mata, é diferente. Era quartas de final da Copa do Brasil, precisávamos da vitória. Torcida veio e fez a parte deles. Acho que isso deve ocorrer na Sul-Americana e no Brasileiro – comentou Lindoso.

Fonte: Terra