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Afastados atacam presidente e dizem ainda não entender saída do Botafogo

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Mais de 10 dias após serem afastados do Botafogo, Emerson Sheik, Bolivar, Julio Cesar e Edilson quebraram o silêncio e falaram pela primeira vez sobre o desligamento do clube. Os atletas concederam uma entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, no Rio de Janeiro, afirmando que ainda não entendem a saída do time alvinegro e atacaram duramente o presidente Mauricio Assumpção.

Um dos mais críticos foi Emerson Sheik. O atacante, conhecido por declarações polêmicas, afirmou que chegou a atuar lesionado por conta da falta de estrutura do clube e que a história presidente é menor do que a dos atletas.

“Eu estava jantando com um amigo e meu telefone a quase duas da manhã e vi que o Julio Cesar tinha me ligado bastante. Eu fiquei preocupado porque somos amigos. Eu pensei que tivesse acontecido algo. Eu liguei para ele e ele falou que nós estávamos afastados. Ele foi muito sério, eu achei que fosse brincadeira. Então entendi que não era uma brincadeira. Ele pediu para ligar para o empresário. A princípio era um afastamento. O Reinaldo (Pita, empresário) pediu para que fossemos ao treinamento na manhã seguinte. A grande pergunta é o porquê de estar acontecendo tudo isso”, afirmou.

Emerson aproveitou para rebater as críticas feitas por Mauricio Assumpção, que afirmou que os atletas exerciam “liderança negativa” no elenco alvinegro.

“Ele [Mauricio Assumpção] talvez não saiba, mas eu joguei seis partidas no campeonato com o tendão de Aquiles doendo absurdamente. O Botafogo, que tem uma história linda, não tem um campo decente para treinar. Por isso, várias lesões. Isso ele não deve saber. Gente, eu juro, dessa vez eu não fiz nada. Dessa vez [risos]”, aumentou.

Outro jogador que adotou um tom bastante crítico foi Julio Cesar. Em determinado momento, o lateral afirmou que o presidente deveria ter sido homem para falar com os jogadores pessoalmente e cobrou a quantia que ainda tem a receber do clube.

“Hora nenhuma ele falou com a gente. Deveria ser homem e nos procurar. Ninguém contrata por e-mail ou telefone. E deveria ser assim também na dispensa. Ele nunca participou muito do dia a dia do futebol. Então ele não pode querer falar muito sobre isso [lideranças positivas ou negativas]. Antes de me mandar embora, ele deveria me pagar o que deve. Ele tem que ser homem de assumir. Foi homem de ir para a televisão nos mandar embora, tem que ser homem de nos pagar o que deve”, atacou.

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