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Após derrota para Palmeiras, pressão por saída de Vagner Mancini aumenta

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O técnico Vagner Mancini demorou a chegar para a entrevista coletiva logo após a derrota de 1 a 0 para o Palmeiras. O atraso fez com que aumentassem especulações sobre a saída do treinador, que viu o Botafogo, com o novo tropeço, despencar para a lanterna do Campeonato Brasileiro. As informações sobre a demissão do comandante encontram reflexo na pressão feita pelos opositores e até mesmo pelos principais aliados do presidente Maurício Assumpção, que nem cogita a hipótese de dispensar o treinador.

Assumpção não vê Mancini como principal responsável pela situação e admite que a qualidade do elenco torna a tarefa do treinador das mais complicadas. Isso sem falar que o comandante vem conseguindo gerir um grupo com constantes atrasos salariais, falta de respaldo político e abandono. Na última sexta-feira, quando foi informado das dispensas do lateral direito Edilson, do lateral esquerdo Júlio Cesar, do zagueiro Bolívar e do atacante Emerson Sheik, Mancini colocou o cargo à disposição, mas ouviu do presidente que mudanças não aconteceriam na comissão técnica.

A decisão de Mancini de abrir mão de seu posto também foi encarada com bons olhos pelo presidente, admirador do trabalho do comandante. Mesmo sem falar abertamente, até os dirigentes do clube, como o diretor de futebol Wilson Gottardo, defendem uma mudança na comissão técnica no sentido de dar um choque nos jogadores e tentar evitar o rebaixamento, que vem se concretizando a cada jogo.

Perguntado sobre o tema, Mancini descarta pedir demissão. “Não penso em desistir, pois seria muito mais fácil pegar minhas coisas e ir embora. Mas não vou jogar a toalha. Não vou aceitar que a equipe mostre um certo conformismo em campo, pois isso jamais pode acontecer. Existem times que são inferiores tecnicamente e conseguem ganhar. Portanto, o Botafogo tem que lutar”, disse Mancini.

Os jogadores, mais preocupados com a situação financeira, sequer esboçam opinião sobre uma possível mudança. Além disso, Mancini não tem maiores problemas de relacionamento, outro fator que vem sendo levado em consideração pelo presidente, que também não tem dinheiro para arcar com possíveis gastos com rescisão de contrato.

Dentro deste cenário que o Botafogo se prepara para a partida contra o Corinthians, neste sábado, às 18h30 (de Brasília), na Arena Amazônia, em Manaus (AM), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda sem contar com os goleiros Jéfferson, com a Seleção Brasileira principal, e Andrey, com a Seleção Brasileira olímpica, Mancini perdeu ainda os volantes Aírton e Fabiano, lesionados na coxa direita, e os meias Cachito Ramírez e Carlos Alberto, suspensos por terem sido advertidos com o terceiro cartão amarelo diante do Palmeiras.

Assim, Helton Leite segue no gol e o meio-de-campo deverá ter Gabriel, Mario Bolatti, Pablo Zeballos Wallyson. No ataque, Jobson deve enfim jogar, uma vez que o clube recebeu da Fifa a liberação para o retorno do atleta aos gramados. Seu companheiro de ataque será Rogério. Mesmo com o retorno de Dankler, que cumpriu suspensão diante do Verdão, o zagueiro Matheus deve seguir entre os titulares. O elenco, que participou de um regenerativo nesta quinta-feira, embarcou em seguida para a capital amazonense.

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