A passagem de Leo Valencia pelo Botafogo cada vez mais se aproxima do fim. Isso não quer dizer que uma novela não esteja em andamento e ainda com alguns capítulos decisivos pela frente. Fora dos planos do clube, o chileno vive situação inusitada no Alvinegro, que espera alguma oferta para liberar o atleta.

Mas há um problema. Valencia foi contratado pelo Botafogo em julho de 2017 por três anos – ou seja, com contrato até julho de 2020. Porém, por ser estrangeiro em seu primeiro contrato de trabalho no Brasil, o apoiador não poderia assinar um contrato maior que dois anos.

Assim, Leo Valencia viu seu contrato ser dividido em duas partes. A primeira, de dois anos, se encerra no dia 9 de julho – próxima terça-feira. O Botafogo, porém, tem um documento aditivo de um ano e que poderá exercê-lo. E é justamente esse papel que impede o Alvinegro de perder o atleta de graça.

Com contrato de mais um ano pela frente, o Botafogo espera por propostas. O clube não gastou dinheiro com o atleta, que estava em fim de contrato no Palestino-CHI, e esperava ter lucro com o atleta. A quantia, já se sabe internamente, não deverá ser nada significativo. E pode até mesmo ser que não venha nada.

É que Botafogo poderá até mesmo optar por não usar o aditivo do contrato para liberar Valencia de imediato. A chance dessa opção se confirmar é pequena, mas não está descartada pelos dirigentes de General Severiano.

Isso porque o atleta tem salário na casa dos R$ 250 mil, um dos maiores do elenco. Como não vem sendo aproveitado, Valencia, indiretamente, ainda atrapalha a chegada de um novo camisa 10 para o time.

Fonte: UOL