Em meio à paralisação do futebol provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Botafogo teve que fazer uma readequação em seu processo de transição para clube-empresa. Seguem os estudos para captar investidores para a Botafogo S.A., mas com a crise global tudo ficou mais incerto.

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Com muitas dificuldades para honrar seus compromissos, é notório no clube que a S.A. precisa sair o quanto antes. Por isso, as pessoas envolvidas no projeto acreditam que será preciso atuar em duas frentes, fugindo da figura de um único “mecenas” – como acontece bastante na Europa.

– Um caminho é por resultado mais rápido, focando em um grupo mais fechado de investidores. De qualquer maneira, não existe a possibilidade de um cara só chegar e bancar tudo. É um grupo mais reduzido. O outro caminho é publicizar mais, indo atrás de capital disponível no mercado, seja de pessoas físicas ou jurídicas. Um universo mais amplo – explicou o vice-presidente do finanças do Botafogo, Luiz Felipe Novis, ao jornal O Globo.

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Segundo a reportagem, hoje já há uma flexibilização maior em relação aos R$ 200 milhões estipulados em dezembro como aporte mínimo na operação do futebol. Para iniciar a captação junto a investidores, entretanto, o Botafogo ainda aguarda uma autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

– É uma questão burocrática. Mas já foi dada a entrada. Como os órgãos estão no home office, o prazo fica muito incerto – explicou Carlos Eduardo Pereira, vice-presidente geral do clube, traçando um perfil dos investidores:

– Não adianta dar tiro para todo lado, com investidor que está acostumado a ser dono de prédio de escritório. Ele não vai saber o que é gerir time de futebol, com um capital de risco maior. Vamos buscar fundos de identidade com o esporte.

Fonte: O Globo Online