O Botafogo tem pela frente para resolver uma situação complicada: renovações automáticas de contratos de Diego Souza e Cícero até 2021 com altos salários. As contratações foram conduzidas na época pelo vice de futebol Gustavo Noronha e do gerente de futebol Anderson Barros, mas não tem aprovação de Carlos Augusto Montenegro, integrante do Comitê Executivo de Futebol e ex-presidente do clube.

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– São dois grandes jogadores, se pode discutir se foram bem em 2019 ou não, mas em relação a futebol demonstraram que têm de sobra. Diego inclusive foi jogador de Seleção Brasileira, convocado algumas vezes. É certo que não podemos ficar com os dois, não temos dinheiro. Ao mesmo tempo temos que dar espaço para jogadores novos. Mas há um contrato, que foi feito no início do ano, eu não estava, jamais deixaria uma coisa dessas. Temos que ver com cuidado, respeito ao jogador, conversar com empresários – afirmou Montenegro à Rádio Tupi.

Com acordo encaminhado com Cícero para permanência e redução salarial no primeiro semestre – com compensação futura -, o dirigente tenta acordo com o empresário de Diego Souza. Na entrevista, o tom foi buscar uma solução amigável. Há interesse do Sport.

– Sobre o Diego Souza, vamos ter uma reunião com Uram e verificar o que pode ser feito. Não posso adiantar o que vai ser feito. Não adianta falar que o contrato foi errado, se deu certo ou não deu. Eu particularmente gosto do Diego Souza, acho que não estava no auge da forma em 2019 e mesmo assim fez gols importantes que nos ajudaram a ficar na Série A. É questão de dinheiro, às vezes você quer ter uma Ferrari, mas tem que andar com Fiat mesmo porque não tem condição. Sou muito pragmático nessas horas, o Eduardo Uram também é, vamos chegar a um acordo – acredita.

Fonte: Redação FogãoNET e Rádio Tupi