Prática comum na Europa, o batismo de estádios de futebol por empresas ainda é um tabu no Brasil e, embora tal ação publicitária já ocorra por aqui, a repercussão do fato ainda é pequena.

Rígida, a Globo nunca menciona o nome comercial dos campos, evitando fazer propaganda gratuita de qualquer marca. Num futuro próximo, esta precaução da emissora carioca deve se tornar ainda maior.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, o Botafogo discute com a Record acerca da possibilidade de rebatizar o Engenhão – estádio utilizado pelo clube – de Arena Record. Para isso, o canal precisaria desembolsar cerca de R$ 15 milhões por ano.

Caso a negociação se concretize, a Globo deverá se recusar a pronunciar o nome da rival durante as suas transmissões. A Record, por sua vez, pode aceitar a proposta justamente para causar uma “saia justa” a sua adversária.

Fonte: RD1 - IG