O zagueiro Bolivar, quase banido de General Severiano após a eliminação do Botafogo na Libertadores e o consequente retorno do técnico Eduardo Húngaro às divisões de base do clube, não foi o único foco do presidente Maurício Assumpção.

O goleiro Jefferson, que dividia a liderança do elenco com o zagueiro, também entrou na mira.

E recebeu seu “recado” com a demissão do treinador específico e amigo particular, Flávio Tenius.

A cúpula do futebol alvinegro entendeu que os dois jogadores tiveram comportamento inadequado no movimento grevista deflagrado na semana decisiva do time na competição sul-americana.

Tenius, elogiado pela preparação do goleiro da seleção brasileira, deixou o clube junto a outros cinco integrantes da comissão técnica.

BOICOTE .

Sobre o trabalho dos afastados, corre à boca miúda a queixa de que a comissão técnica montada pelo ex-executivo de futebol, Anderson Barros, não “comprou” o trabalho de Eduardo Húngaro, levado aos profissionais pelo substituto de Barros, Sidney Loureiro.

Este, na verdade, apenas atendera a um pedido do presidente.

Por entender que Húngaro fora vítima de esvaziamento, acabou preservado, voltando ao trabalho de transição da base para os profissionais.

Jefferson pode sair após a Copa, e Bolívar, mantido a pedido dos jogadores, não engoliu a ameaça recebida.

Fonte: Blog Futebol, Coisa e Tal - Gilmar Ferreira - Extra Online