Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade.

Jogos

Taça Rio

09/05/21 às 18:00 - Nilton Santos

Escudo Nova Iguaçu
NOV

X

Escudo Botafogo
BOT

Carioca

02/05/21 às 18:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

0

X

0

Escudo Nova Iguaçu
NOV

Carioca

25/04/21 às 18:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

4

X

0

Escudo Macaé
MAC

Com time 37% menos valioso, Botafogo-2016 já iguala campanha de Seedorf & Cia.

0 comentários

Por FogãoNET

Compartilhe

O que há de semelhante entre o Botafogo de agora e o de três anos atrás? A grosso modo, apenas o desempenho no Campeonato Brasileiro. Depois da vitória sobre o Santa Cruz, a equipe treinada por Jair Ventura igualou a pontuação do time comandado por Oswaldo de Oliveira: 53, em 32 partidas disputadas. A diferença está no preço que o clube paga para ter sua melhor campanha na história dos pontos corridos.

A equipe na ocasião era o Botafogo de Seedorf, astro maior de um time repleto de jogadores talentosos. Na época, o holandês recebia o maior salário do grupo: aproximadamente R$ 750 mil.

Já o Alvinegro atual possui nomes bem menos badalados, liderados por Camilo, diferencial na recuperação do clube na Série A. O meia, porém, nem é o jogador mais caro do elenco. O teto é do goleiro Jefferson, que ganha R$ 300 mil por mês.

– Trabalhei como auxiliar na equipe de 2013, muito boa, e não conseguimos cinco vitórias seguidas como agora – lembrou Jair Ventura: – Chegamos aqui com entrega e intensidade, só precisamos manter.

Cotado para o título em 2013, o Botafogo perdeu fôlego no caminho e terminou a competição em quarto, o que lhe rendeu a vaga na Libertadores do ano seguinte. Já o atual iniciou a competição como candidato ao rebaixamento e hoje avança rumo à mesma competição sul-americana. O time titular de três anos atrás valia, na época, cerca de R$ 72 milhões, de acordo com o site Transfermarrkt. Já o atual possui cotação bem mais modesta: R$ 46 milhões.

A discrepância nos valores reflete filosofias de trabalho diferentes das diretorias. Presidente em 2013, Maurício Assumpção assumiu o risco de montar um elenco forte para levar o Alvinegro de volta à Libertadores. Alcançou o objetivo, mas gerou gastos insustentáveis para o clube, o que acabou pesando para o rebaixamento à Série B do Brasileiro em 2014.

Já os dirigentes atuais, pelo menos por enquanto, preferem manter os pés no chão. O elenco está longe de ser um dos mais caros da Primeira Divisão, mas a relação custo-benefício tem sido ótima.

Notícias relacionadas
Comentários