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Disputa eleitoral no Botafogo está aquecida e alianças ainda podem acontecer

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Com quatro candidatos no pleito, o processo eleitoral do Botafogo começou a esquentar a menos de um mês da votação, marcada para 25 de novembro. Estão concorrendo ao mandato que se inicia no dia seguinte à votação Carlos Eduardo Pereira, do “Mais Botafogo”, Marcelo Guimarães, do “Grande Salto”, Thiago Cesário Alvim, do “Por Amor ao Botafogo” e Vinicius Assumpção, do “Movimento Carlito Rocha”.

Na noite desta segunda-feira aconteceu um debate na Rádio Manchete, do Rio de Janeiro, e Thiago Cesário Alvim foi o único a não participar. Ele alegou problemas em sua agenda, mesmo depois de ter confirmado presença, fato que irritou os demais oponentes, que passaram parte do tempo criticando Thiago, que foi chamado de “candidato da situação”.

É justamente a entrada de Thiago, último a confirmar candidatura, que pode mexer no mapa político do Glorioso. Ele é um candidato que tem apoios importantes, já que conta com o respaldo dos ex-presidentes Carlos Augusto Montenegro e Bebeto de Freitas. Pessoas ligadas a empresários conceituados e que ajudaram o clube, como Manoel Renha e Cláudio Good, também integram a chapa, que tem como vice Durcésio Mello, nome preferido de Montenegro, mas que desistiu por não poder se dedicar integralmente ao clube.

Com tantos apoios, Thiago começou a despertar preocupação nos opositores, ainda mais porque ele, embora Maurício Assumpção não admita abertamente, é o preferido do atual presidente, hoje a figura com menor expressão política dentro de General Severiano por conta da grave crise financeira em que colocou o clube. O próprio Thiago vem procurando se afastar da imagem de Maurício e tem como pontos favoráveis à candidatura os apoios fortes e a possibilidade de unir diferentes correntes políticas.

Marcelo Guimarães também ocupou cargo na gestão de Maurício Assumpção, encarregando-se do departamento de Marketing, e seu trabalho foi reconhecido como um dos melhores em clubes de futebol que se tem história. Essa é uma das grandes bandeiras de Marcelo, que tem como vice Edson Santana, que era um dos responsáveis pelo futebol do clube em conquistas importantes, como na Copa Conmebol de 1993 e no Campeonato Brasileiro de 1995.

Com a bandeira de permitir voto ao sócio torcedor e tornar mais transparente a administração do clube, Vinícius Assumpção chega respaldado pelo Movimento Carlito Rocha, que tem tido papel importante nas eleições do clube. Por fim, Carlos Eduardo conta com o apoio de alguns ex-jogadores importante, como Amarildo e Paulo César Caju, e de Antônio Carlos Mantuano, uma espécie de eterno opositor.

Dentro de campo, o time segue se preparando para a partida do próximo domingo, às 17h (de Brasília), contra o Cruzeiro no Mineirão, em Belo Horizonte (MG), pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico Vagner Mancini deverá repetir nesta partida a escalação que derrotou o Flamengo por 2 a 1 no último fim de semana. Nesta quarta-feira o elenco treina pela manhã no Engenhão.

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