Depois do empate por 2 a 2 com o Atlético-MG e da classificação do Botafogo para as quartas de final da Copa do Brasil, o técnico Oswaldo de Oliveira comentou pela primeira vez a ida repentina de Vitinho para o CSKA, da Rússia. Tentou adotar um discurso ameno e de otimismo, mas não escondeu a insatisfação.
Disse que o Botafogo poderia estar mais forte para a sequência do ano se não tivesse perdido tantas peças importantes e afirmou não saber até quando a equipe conseguirá se renovar dentro de competição.
– Eu vi (a saída do atleta) pela porta do hotel lá em Curitiba, assim como vi o Fellype Gabriel e o Andrezinho lá pela do Engenhão. É vida que segue. Mas lamento, porque tenho certeza de que, se tivéssemos Marcio Azevedo, Jadson, Andrezinho, Fellype Gabriel, Vitinho e Henrique, que agora está indo embora, estaríamos cada vez mais fortes. Precisamos saber lidar com isso. Não sei se a fonte é esgotável, mas vamos tentar.
Oswaldo disse que, apesar dos bons resultados, sua rotina no Botafogo tem sido apagar incêndios diariamente. Mesmo com tantos problemas, a equipe tem mostrado bom poder de reação.
– O Botafogo todo dia tem uma tempestade, um problema. Mas isso só nos faz cada dia mais fortes. Damos demonstrações diárias de poder de recuperação, de criar estímulo e força para conseguir dar conta do recado.