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Oposição ataca presidente após demissões: ‘Erro, jogadores em fim de carreira’

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Um dos quatro candidatos à presidência do Botafogo, Vinícius Assumpção atacou a atual administração do clube após as demissões de quatro jogadores (Emerson Sheik, Bolívar, Júlio César e Edílson nesta sexta-feira. Em nota divulgada, a chapa de oposição faz críticas ao presidente Maurício Assumpção e aponta diversos erros.

Vinícius reprova não só a rescisão dos contratos, mas também mostra que não concordava nem com a contratação desses atletas.

“Esta iniciativa mostra que foi um erro apostar em jogadores sem compromisso, em fim de carreira e já milionários. Cair ou não, para segunda divisão, será apenas um detalhe para esse grupo de conformados. São três erros: o primeiro na hora da contratação; o segundo no momento desta atitude da rescisão dos contratos, pois o Botafogo não pode contratar mais ninguém com o fim do prazo para novas inscrições no Campeonato Brasileiro; o terceiro, a falta de capacidade da direção de honrar com seus compromissos com o elenco”, diz o comunicado.

O candidato também faz outros ataques, diz que o Botafogo hoje é um “barco á deriva” e fala em eleições “sem transparência” no clube.

Além de Vinícius Assumpção, Thiago Cesário Alvim, Carlos Eduardo Pereira e Marcelo Guimarães são candidatos á presidência do Alvinegro carioca. As eleições estão marcadas para o dia 25 de novembro.

Confira abaixo a nota na íntegra divulgada por Vinícius Assumpão:

O QUE ESTÃO FAZENDO COM O NOSSO BOTAFOGO!

(por Vinícius Presidente)


“A atual direção do clube, através do seu presidente, Maurício Assumpção, rescindiu o contrato dos jogadores Sheik, Bolívar, Júlio Cesar e Edilson, numa atitude que demonstra a total falta de planejamento do futebol alvinegro nesta temporada.

Esta iniciativa mostra que foi um erro apostar em jogadores sem compromisso, em fim de carreira e já milionários. Cair ou não, para segunda divisão, será apenas um detalhe para esse grupo de conformados.

São três erros: o primeiro na hora da contratação; o segundo no momento desta atitude da rescisão dos contratos, pois o Botafogo não pode contratar mais ninguém com o fim do prazo para novas inscrições no Campeonato Brasileiro; o terceiro, a falta de capacidade da direção de honrar com seus compromissos com o elenco.

Qual será o elenco que vai impedir mais um grande vexame em nossa história?

Esta medida desesperada do atual presidente para impedir que o clube vá para a segunda divisão do futebol brasileiro é apenas a prova de que o erro do clube está no modelo de gestão, sem transparência, ética e profissionalismo, o que vem levando o clube para o abismo.

O Botafogo hoje se encontra sem comando e como um barco à deriva. O Botafogo de hoje é um clube de poucos, que se negam a ampliar a democracia interna.

Nestas eleições, teremos quatro chapas, cada uma com 140 sócios, perfazendo um total de 560 membros, num universo de no máximo 1.500 sócios, o que pode ser considerado pouco para definir o destino de um gigante.

Se não bastasse toda esta situação, as eleições do clube ocorrem sem transparência e de maneira antidemocrática. A listagem oficial de sócios está com sérios problemas, membros da Junta Eleitoral fazem parte da Chapa da Situação (“Por Amor ao Botafogo”), encabeçada pelo atual vice-presidente Social e de Comunicação, Thiago Cesário Alvim.

Utilizam o marketing do clube para fazer propaganda do candidato no telão do Maracanã, durante os intervalos dos jogos e ainda fazem uso das dependências, da máquina do clube, de acesso às informações privilegiadas, visto que suas reuniões para traçar estratégias de campanhas eleitorais são realizadas nas dependências do próprio clube, com a participação do atual presidente, do Conselho Deliberativo e dos membros da Junta Eleitoral.

Apesar do nosso Estatuto, infelizmente, não considerar isto ilegal, acho que todos nós concordamos que é, no mínimo, antiético.

A chapa “Por Amor ao Botafogo”, encabeçada por Thiago Cesário Alvim, tem nada menos que treze sócios entre vice-presidentes, diretores e membros da mesa do Conselho Deliberativo, da gestão do Maurício Assumpção.

Isto é mais do que suficiente para comprovar, de modo incontestável, que essas pessoas representam a total continuidade da “caixa preta” que hoje é o BOTAFOGO e que tem nos levado à calamitosa situação amplamente divulgada pela imprensa.

Portanto, diante da evidente incapacidade de articulação e solvência do atual mandatário, sugerimos ao mesmo sua imediata licença do cargo, sendo em seguida pela criação, por parte do Conselho Deliberativo, de uma comissão para gerir o clube até o fim do processo eleitoral.

VINÍCIUS PRESIDENTE
CHAPA ALVINEGRA – “CLUBE DE TODOS, GLÓRIAS PARA SEMPRE”

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