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Oposição protocola documento contra dirigentes ‘amadores’ e cobra abertura

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Por FogãoNET

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De olho nas mudanças prometidas no estatuto do Botafogo, o Grande Salto, grupo político de oposição ao presidente Carlos Eduardo Pereira, protocolou nesta quinta-feira um documento em que cobra mudanças que, na sua visão, são fundamentais para o futuro alvinegro.

Entre as alterações no documento que rege o clube, o Grande Salto pede o fim dos chamados “dirigentes amadores” e a abertura política aos sócios-torcedores.

— Estamos dando nossa colaboração para mudar de verdade o nosso clube — ressaltou Marcelo Guimarães, um dos derrotas por Pereira nas eleições do ano passado.

As mudanças no estatuto do clube já estão em pauta. Um grupo de conselheiros trabalha para apresentar, até dezembro, diversas alterações ao documento. Mudanças para a adesão ao Profut, programa criado pelo governo de refinanciamento das dívidas dos clubes, devem ser votadas nas próximas semanas.

A reclamação sobre os “dirigentes amadores” não é novidade. A atual diretoria criou duas novas vice-presidências em sua gestão — executiva e estádio — e limitou a atividade de profissionais remunerados.

Confira os pontos reivindicados pela oposição:

1. Incluir no Objeto a autorização para o licenciamento da marca, que poderá servir como gerador de receitas (o estatuto atual é omisso ao tema);

2. Criar mecanismos virtuais que assegurem a possibilidade do voto à distância ou para portadores de necessidades especiais.

3. Incluir o direito de voto aos Sócios Torcedores de todas as modalidades. Estabelecer prazos mínimos de adimplência contínua, progressivo segundo o desembolso de cada plano. O plano superior terá a necessidade de um ano de adimplência, período que crescerá progressivamente, considerando a diminuição do valor mensal cobrado por cada plano;

4. Formalizar para os Sócios Proprietários o direito de acesso, sem custos adicionais, aos jogos do Botafogo;

5. Alterar os critérios de formação do Corpo Transitório. Propomos a seguinte mecânica: a chapa vencedora terá direito, automaticamente, a 50% das cadeiras. Os outros 50% das cadeiras, serão divididas, proporcionalmente, entre todas as chapas que participarem do pleito, obedecendo ao percentual de votos obtidos por cada uma. Neste caso, incluindo a vencedora, que somará ao resultante do seu percentual proporcional, os 50% conquistados automaticamente. Esta medida assegurará a participação de todas as chapas no Corpo Transitório, a despeito de continuar assegurando a maioria absoluta para a chapa vencedora.

6. Estabelecer critérios para punir, com a exclusão, membros faltosos do Corpo Transitório. A partir de determinada quantidade de faltas, o membro será substituído por outro pertencente à chapa imediatamente inferior em termos de quantidade de membros.

7. Assegurar maior publicidade aos atos do Conselho, ampliando a frequência e abrangência da divulgação, além de atualizá-los para os novos meios de comunicações existentes.

8. Extinção de todas as vice-presidências, a exceção da Vice-Presidência Geral, com a criação de um Conselho de Administ

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