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Pai de Arão inicia ‘leilão’ e negocia com vários agentes atrás do melhor contrato

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Por FogãoNET

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Os dias de Willian Arão como jogador do Botafogo parecem estar contados. Faltando pouco mais de dois meses para o fim do contrato do camisa 8 com o Botafogo, Flávio Arão, pai do jogador, foi ao mercado e, de uma vez só, autorizou diversos agentes — entre eles Gerson Sá, Carlos Leite, Eduardo Uram e Paulo Pitombeira — a buscarem o melhor contrato possível para seu filho entre os principais clubes do país.

A atitude não foi recebida com bons olhos pelos possíveis interessados. Um empresário procurou o Flamengo, que fez uma proposta ao jogador, mas desistiu ao saber que o intermediário havia sido liberado por Flávio para negociar apenas de boca, sem nenhuma documentação.

Nos bastidores, Flávio afirma que só entregará a autorização a quem lhe trouxer a melhor oferta financeira possível. Enquanto isso, a mercadoria segue exposta e à venda.

— Não liguei para nenhum agente — desconversou Flávio: — O contrato do Willian vai até o fim do ano, e o foco está no Botafogo.

Do outro lado, a diretoria apenas observa. Em uma reunião, há duas semanas, o Alvinegro ofereceu um contrato de três anos. O salário — que hoje é de R$ 40 mil — iria para R$ 60 mil e aumentaria R$ 10 mil a cada ano.

— Até agora não sabemos quanto o Willian quer ganhar — disse Carlos Eduardo Pereira, presidente do clube: — O pai do jogador precisa nos mostrar o que eles querem. Falta ter transparência. Queremos entender a questão para saber o que podemos fazer.

Depois do jogo contra o Paraná, terça-feira, Arão discutiu com Anderson Simões, vice-presidente de Estádios. Ele discordou da forma de pagamento de uma premiação, gerando insatisfação dos dirigentes.

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