Ricardo Gomes já sofre resistência e precisa bater Atlético-GO para aliviar pressão

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Por FogãoNET

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Das atuações irregulares aos números ruins, o técnico Ricardo Gomes comanda o Botafogo nesta terça-feira, às 21h30m, contra o Atlético-GO, no Nílton Santos, sem contar com o respaldo que acumulava quando chegou ao clube. Com exato um mês à frente do elenco, o treinador é criticado por suas preferências táticas e pelas escolhas para montar o time. O retrospecto embasa o movimento contra ele.

Há seis partidas no comando do Botafogo, o treinador totaliza três derrotas, um empate e duas vitórias. Ao todo, oito gols sofridos, quase a metade dos 17 levados em toda a Série B. Nas partidas com René Simões e o interino Jair Ventura, o time sofreu nove gols em 15 jogos. A média era de 0,53 gols por confronto, inferior aos atuais 1,33%.

O desempenho da defesa expôs alguns nomes à ira da torcida. Renan Fonseca e Carleto sofrem com vaias nos jogos realizados no Rio. Contra o Paysandu, Luís Ricardo também foi perseguidos pelos presentes.

— Quem joga no Botafogo sabe da necessidade de vitórias — afirmou o goleiro Helton Leite. — Se ganharmos, voltamos a pontuar após duas derrotas e muda o cenário que nos encontramos agora. Já passamos do meio do campeonato, mas temos tempo para nos recuperarmos — destacou.

As substituições feitas por Ricardo estão no centro das críticas. A saída de Neílton, contra o Paysandu, fez com que a torcida o chamasse de “burro” no Nílton Santos. Contra o CRB, na última sexta, a opção pelo lateral-direito Diego, já no fim da partida, quando o Botafogo perdia por 2 a 1, também foi questionada. Mesmo com a pressão sobre Ricardo, membros da comissão técnica garantem que o técnico não pensa em interromper o trabalho prematuramente.

Um triunfo, aliado a tropeços dos concorrentes, pode recolocar o time na liderança da Série B. Já um revés, somado a vitórias dos rivais, pode tirar o time do G4.

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