O Botafogo quer viver dias melhores. Com duas derrotas em dois jogos após a volta da Copa do Mundo, o Glorioso busca uma vitória contra a Chapecoense, nesta quinta-feira, às 19h30, para expulsar as nuvens pesadas do céu de General Severiano.

Já contestado por parte da torcida, o técnico Marcos Paquetá ainda tenta imprimir sua marca sobre o time. O Bota não teve desempenhos ruins nas derrotas para Corinthians e Flamengo, mas os gols sofridos no começo dos jogos prejudicaram muito a equipe.

A ideia de Paquetá era trabalhar com uma defesa forte, explorando as rápidas saídas em contra-ataque.

– Tinha a ideia de iniciar jogando no contra-ataque, mas precisou mudar característica com gols no início. Isso seria para um período mais à frente. Em virtude dos resultados serem adversos muito cedo, com gols aos seis, sete minutos, você precisa mudar a estratégia – reconheceu.

Ainda sem pontuar, o Botafogo se distanciou das primeiras posições do Brasileirão e começou a fazer parte da metade de baixo da tabela. Preocupados, torcedores organizaram um protesto na sede do clube em General Severiano, na Zona Sul do Rio.

Mobilizada pela hashtag #OcupaGeneral, a manifestação tinha como principal alvo o presidente Nelson Mufarrej, que está no primeiro ano de seu mandato. Ciente da situação do Botafogo, Paquetá negou estar ansioso pelo resultado.

– Eu tive ansiedade na guerra na Líbia. Aqui não. A ansiedade é de estar perto da torcida, temos que trazer o torcedor para o nosso lado. Espero que venham. Estamos sujeitos a críticas, mas pedimos o apoio do torcedor – frisou.

Fonte: Extra Online