Advogado explica volta ao Ato Trabalhista: ‘Não houve fraude’

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O Botafogo foi reintegrado ao Ato Trabalhista graças a um efeito suspensivo concedido pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Carlos Alberto Araujo Drummond. O juiz considerou que havia risco de prejuízos graves e manteve o clube no Ato até o julgamento do recurso do Alvinegro.

Com tal decisão, o Glorioso não corre o risco de sofrer penhoras referentes a dívidas trabalhistas.

O advogado do Botafogo, Marcus Donnici, questionou ao juiz o parecer técnico que havia originado a exclusão do clube do Ato. Segundo ele, o relatório não estava correto ao considerar que 20% de toda a receita bruta da Cia. Botafogo deveriam ser destinados ao pagamento de dívidas trabalhistas. Na sua avaliação, o Botafogo deveria recolher 20% dos lucros apenas.

– O presidente do TRT entendeu que o Botafogo não descumpriu o Ato Trabalhista de fila de penhora. Não houve fraude. O relatório dizia que o Botafogo deveria recolher 20% do valor bruto da Cia. Botafogo. Mas, se não há renda auferida (lucro), não se recolhe. Quando houve, o Botafogo recolheu – informou o advogado.

O Botafogo tinha sido excluído do Ato no dia 29 de julho devido a um parecer técnico que acusava-o de ter sonegado mais de R$ 95 milhões.



Fonte: Blog Extracampo - Extra Online
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