Alto salário, pedido por reforços e violência do Rio de Janeiro: empecilhos por Cuca

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À procura de um novo técnico, o conselho gestor do Botafogo tem pressa para anunciar o escolhido. O fracasso de Felipe Conceição pesará na escolha de um profissional com mais bagagem. Das opções livres no mercado, Marcelo Oliveira, de 62 anos, ganha força nos bastidores. O martelo, porém, não foi batido. Jorginho, ex-Bahia, e Fabiano Soares, ex-Atlético-PR são outras cartas na mesa.

Nome preferido da torcida, Cuca é o mais improvável a assumir o Alvinegro. A limitação financeira para bancar o alto salário do técnico que recebia R$ 450 mil no Palmeiras em 2017 e contratar reforços é o principal entrave. A violência no Rio é outra questão que preocupa Cuca e a família.

Jogador do Botafogo entre 1979 e 1983, Marcelo Oliveira se encaixa no perfil desejado. Recentemente homenageado pela diretoria alvinegra, ele foi bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro em 2013 e 2014, mas não evitou o rebaixamento do Coritiba à Série B do Campeonato Brasileiro, no ano passado, em seu trabalho mais recente.

O péssimo desempenho do Botafogo neste começo de temporada, com direito à eliminação na Copa do Brasil e na Taça Guanabara no intervalo de apenas cinco dias, deve obrigar a diretoria a voltar ao mercado em busca de reforços.

Lateral-esquerda, cabeça de área e ataque ainda são posições carentes. O atacante Rodrigo Aguirre, da Udinese-ITA, segue no radar, apesar da concorrência.



Fonte: O Dia Online
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