JEFFERSON – 7,0
Fez defesa incrível em cabeçada à queima-roupa de Cléo no primeiro tempo. Não teve culpa nos gols do Atlético-PR.

LUCAS – 5,0
Teve atuação razoável no apoio, ficou mais preso à marcação.

DANIEL – 6,0
Entrou bem no time, que antes dele não tinha ninguém para armar o jogo. Tentou dar um pouco mais de criatividade.

BOLÍVAR – 6,5
Mostrou segurança na defesa, é o líder desse time.

DÓRIA – 5,0
Salvou um gol após rebote de Jefferson em finalização de Cléo no primeiro tempo, mas deixou o mesmo Cléo se adiantar e marcar o gol do Atlético-PR. Ainda carece de experiência.

JUNIOR CESAR – 5,5
Atuação discreta na lateral esquerda, assim como Lucas se ateve mais à marcação. No segundo tempo, atacou mais.

JULIO CESAR – SEM NOTA
Entrou no fim.

AIRTON – 6,0
Muito bem no combate no meio-de-campo, peca quando tenta sair para o jogo. Mas hoje tem papel fundamental no esquema tático do Botafogo.

GABRIEL – 5,0
Alternou bons desarmes com botes equivocados. Não apresentou o mesmo futebol de outros tempos.

EDÍLSON – 4,5
Se apresentou, não se omite do jogo, mas tem claras limitações técnicas. Não pode ser armador. Ficou um pouco perdido na marcação.

RAMÍREZ – 5,0
Sentiu a falta de ritmo de jogo e errou passes bobos no primeiro tempo, mas mostrou que pode ser útil. Tem qualidade e sabe se posicionar.

ROGÉRIO – 4,0
Mais uma oportunidade recebida e não a aproveitou. Saiu no segundo tempo para a entrada de Zeballos.

ZEBALLOS – 6,0
Entrou bem no jogo e teve boa chance de empatar, mas seu chute foi bloqueado por Natanael.

EMERSON SHEIK – 5,5
É o mais lúcido do time, mas jogou muito longe da área no primeiro tempo, porque não havia quem armasse o jogo. Pareceu um pouco displicente em alguns momentos, mas sobra no time no aspecto técnico.

VAGNER MANCINI – 5,5
Suas mexidas surtiram efeito. Precisa repensar o esquema tático, entrou com dois jogadores sem ritmo (Ramírez e Rogério) e sem criatividade no meio. Depois, corrigiu com as entradas de Zeballos e Daniel. O Botafogo pressionou no segundo tempo, mas não conseguiu o empate. Agora, fica a pergunta: por que cisma em não utilizar o Ferreyra?

Fonte: Redação FogãoNET